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Santo Afonso Maria de Ligório

Santo Afonso Maria de Ligório

1696 - 1787
Santo Afonso Maria de Ligório, bispo e Doutor da Igreja, é o padroeiro dos confessores. Abandonou brilhante carreira jurídica para ser sacerdote e fundar os Redentoristas, evangelizando os mais pobres. A Igreja o exalta por sua teologia moral, que salva almas unindo misericórdia e firmeza, e por sua total submissão ao Papa. Sua santidade atesta que a suma erudição culmina na caridade pastoral heroica, no amor Eucarístico e na terna devoção mariana.
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Frases de Santo Afonso Maria de Ligório

"O silêncio e o repouso forçam de algum modo a alma a pensar em Deus e nos bens eternos."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVI, § Ier, p. 2)
"Toda pessoa que fala muito com os homens fala pouco com Deus, e Deus, pela mesma razão, fala pouco com ela."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVI, § Ier, p. 3)
"O tempo não nos é concedido para o perdermos inutilmente, mas para ser consagrado a Deus e à aquisição de méritos para a vida eterna."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVI, § Ier, p. 11)
"Todas as almas que amam a Deus amam a solidão, pois é na solidão que se conversa mais familiarmente com Ele."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVI, § II, p. 12)
"A solidão do coração consiste em expulsar do coração todo sentimento que não seja para Deus, e em buscar em todas as nossas ações agradar a Deus."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVI, § II, p. 17)
"Todos os pecados dos homens vêm de que eles se esquecem de que Deus está presente em toda parte."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVI, § III, p. 23)
"Toda alma que aspira à perfeição deve tratar de ter uma consciência pura, porque é por ela que se adquire o amor de Deus."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVIII, § Ier, p. 42)
"A perfeição consiste em nos unirmos a Deus, e o meio mais seguro para nos unirmos a Deus é a comunhão, pela qual nossa alma se torna uma só e mesma coisa com Jesus Cristo."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVIII, § III, p. 67)
"O Senhor não podia melhor nos engajar a amá-lo do que se dando a nós todo inteiro."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XVIII, § III, p. 68-69)
"A pureza de intenção consiste em não agir senão com o fim de agradar a Deus."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XIX, p. 87)
"Orai, orai, se quereis vos salvar e vos tornar santos."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XX, p. 103)
"Desejar o céu para melhor amar a Deus e para possuí-lo é do verdadeiro e perfeito amor, visto que a glória eterna não é senão a consumação do amor."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XXII, § Ier, p. 122)
"Aquele que ama deseja que seu bem-amado seja amado de todo o mundo."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Chapitre XXII, § II, p. 135)
"Toda coisa termina; a eternidade nunca."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"Percamos tudo, mas não percamos a Deus."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"Se queremos agradar a Deus, é preciso fazer abnegação de nós mesmos."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"Eu devo imaginar que, em todo o universo, não há outros seres senão Deus e eu."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"O mundo inteiro não poderia preencher o nosso coração; só Deus o contenta."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"Todo o bem moral consiste em amar a Deus; e o amor de Deus consiste em fazer a sua vontade."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"Nossa única riqueza está toda na oração."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 272)
"Quem quer a Deus e a Deus só, é rico, contente, não precisa de nada e ri-se do mundo."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 274)
"Nada pode bastar àquele a quem Deus não basta."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. La Religieuse Sanctifiée. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 9. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Maximes Spirituelles, p. 274)
"Pois, visto que ele criou os homens, não os criou senão para partilhar com eles a sua felicidade, e torná-los dignos de obter a felicidade eterna que preparou para todos aqueles que obedecem com fidelidade aos seus mandamentos."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Aperçu de l'ouvrage, p. 5)
"Ele o formou à sua imagem, deu-lhe uma alma espiritual e imortal, ornada das potências da memória, da inteligência e da vontade."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Aperçu de l'ouvrage, p. 6)
"Mas o maior benefício que lhe concedeu é certamente o de elevá-lo à ordem sobrenatural, comunicando-lhe a sua graça."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Aperçu de l'ouvrage, p. 6)
"Deus, porém, não quis abandonar o homem em seu pecado, e para reparar a sua ruína, enviou à terra o seu Filho único, o qual, tendo-se feito homem e se sacrificado por eles, devia livrá-los da condenação eterna."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Aperçu de l'ouvrage, p. 6)
"Acontece frequentemente que por estas palavras, de modo algum morrereis, o demônio engana uma multidão de pobres pecadores, engajando-os a continuar sua má vida, pela esperança de que Deus não os fará morrer no pecado."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Première Partie, Chapitre Ier, p. 27)
"Entretanto, Deus se cansa no fim; e quando a medida dos pecados está cheia, ele pune e executa a sua justa vingança."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Première Partie, Chapitre Ier, p. 27)
"Para compreender a infinita caridade do Senhor para com os homens, basta observar que ele sempre se esforçou para reanimá-los pela esperança de um libertador futuro, destinado a salvá-los da ruína causada pelo pecado de Adão."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Première Partie, Chapitre Ier, p. 29)
"Deus, pois, ordenou que os sacrifícios fossem sangrentos, para gravar no coração dos homens esta verdade, que, sem o sangue de Jesus-Christo que ele devia derramar um dia para nossa salvação, não devíamos esperar a remissão de nossos pecados."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Première Partie, Chapitre Ier, p. 41)
"Enfim, o nosso Salvador nos resgatou por seu sangue da morte eterna, e nos obtém a graça da salvação, contanto que obedeçamos aos seus santos preceitos."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Première Partie, Chapitre Ier, p. 42)
"E como o homem nasce culpado do pecado original, filho da ira e condenado ao inferno, Jesus-Christo, ao estabelecer a nova lei de graça, instituiu o sacramento do santo batismo, pelo qual o homem recebe a graça divina, e se torna filho adotivo de Deus e herdeiro do paraíso."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Deuxième Partie, Chapitre Ier, p. 92)
"O Senhor quis nos fortalecer por um dom maior ainda, e por um remédio mais eficaz contra as nossas enfermidades espirituais: é o sacramento da eucaristia, que o Concílio de Trente chama de antídoto pelo qual somos livres das culpas cotidianas e preservados dos pecados mortais."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Deuxième Partie, Chapitre Ier, p. 93)
"E como à aproximação da morte o corpo enfraquece com o espírito, e o inferno redobra seus esforços contra as almas que estão prestes a abandonar este mundo: ... é por isso que Jesus-Christo instituiu o sacramento da extrema-unção, pelo qual se recebe mais força para resistir, ao morrer, a todas as tentações do inferno."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Deuxième Partie, Chapitre Ier, p. 93)
"Jesus Cristo declarou que todos os homens estavam condenados por causa de seus pecados, mas que, sendo seu Redentor e seu Deus, ele quis se encarregar de todos os seus crimes, vindo em pessoa satisfazer a justiça divina, morrendo pelos homens e fazendo brotar de suas próprias chagas o fogo do amor divino para inflamar todos os corações."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Deuxième Partie, Chapitre Ier, p. 95)
"A grande maravilha da época da propagação da fé foi ver tantos povos, todos carnais, saírem da lama da idolatria e do lodo dos vícios para abraçar uma lei que impõe uma mortificação contínua da carne."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Deuxième Partie, Chapitre Ier, p. 99)
"Confesso mesmo que a maior parte dos cristãos é pervertida; mas o que importa isso, se tal é a condição de nossa natureza corrompida pelo pecado, a de arrastar a maior parte a levar uma vida criminosa seguindo a concupiscência dos sentidos?"
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Conduite admirable de la Providence dans l'oeuvre du salut de l'homme. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Deuxième Partie, Chapitre Ier, p. 102)
"Por tradição entende-se a palavra de Deus não escrita que a Igreja conserva e ordena aos fiéis que creiam com a mesma plenitude de fé que as escrituras sagradas."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Traité contre les hérétiques prétendus réformés. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, IVe Session, § VIII, p. 208)
"A diferença que se deve fazer entre o pecado original e o pecado pessoal é esta: o pecado pessoal se comete com nossa vontade fisicamente própria; o original foi cometido com uma vontade que nos era fisicamente alheia, mas que, no entanto, foi moralmente própria."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Traité contre les hérétiques prétendus réformés. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Ve Session, p. 219)
"Estas almas não serão de fato afligidas por sua exclusão da bem-aventurança eterna, mas que, ao contrário, gozarão de suas vantagens naturais e dos efeitos da divina bondade no que concerne ao conhecimento natural e ao amor natural para com Deus."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Traité contre les hérétiques prétendus réformés. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, Ve Session, p. 223)
"Todos convieram que, sob a significação do termo, a justificação era a passagem do estado de inimigo àquele de amigo e de filho adotivo de Deus; e que, na essência da coisa, a causa formal da justificação era a caridade ou a graça infusa na alma."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Traité contre les hérétiques prétendus réformés. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, VIe Session, p. 242)
"Deus não comanda coisas impossíveis, mas ao comandar ele nos adverte de fazer o que podemos e de pedir o que não podemos, e nos ajuda para que possamos."
(LIGUORI, Alphonse-Marie de. Traité contre les hérétiques prétendus réformés. Em: Oeuvres completes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome 19. Paris: Paul Mellier, Editeur, 1845, VIe Session, p. 270)
"O negócio da nossa salvação é o mais importante de todos; trata-se nada menos do que de uma felicidade sem fim ou de uma perda eterna."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 2)
"Jesus, pelo amor que nos tem, deu-se todo a nós, como o fez na santa Eucaristia."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 436)
"É necessário morrer, a sentença está dada; está decretado que todos os homens morram uma vez."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 16)
"Qual infelicidade para mim se eu fosse ainda irritar a Deus pelo pecado mortal! Senhor, fazei-me antes morrer."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 41)
"Deus quer que as mãos de Maria sejam o canal de todas as graças que Ele nos concede."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 76)
"O verdadeiro Cordeiro de Deus ofereceu seu sangue e sua vida em sacrifício para nos obter o perdão e a salvação eterna."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 118)
"Se queremos nos salvar, recomendemo-nos incessantemente a Maria; digamos-lhe que reze por nós, pois suas orações são sempre ouvidas."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 78)
"Pleno de humildade em relação ao Pai celeste e pleno de amor por nós, Cristo dignou-se abraçar, com obediência, uma vida de sofrimento."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 84)
"Quanto mais você for afligido por tribulações, mais sua glória aumentará no céu se você souber sofrê-las com paciência."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 88)
"Aquele que passa sua vida meditando sobre a eternidade não se apega aos bens deste mundo e assim realiza sua salvação."
(LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori - Tome 1. Paris: Paul Mellier, Libraire-Éditeur, 1842, p. 216)
"Se se trata da potência suprema do Papa, estou pronto a dar minha vida para defendê-la: tirem essa potência e não temo dizer que a autoridade da Igreja está aniquilada."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. XXIV, Introduction du Traducteur)
"O Papa é o intérprete supremo da vontade divina e o mestre universal da Igreja."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. XXIII, Introduction du Traducteur)
"Esta fé nunca será verdadeira se não estiver unida à de Pedro e dos Pontífices, seus sucessores."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 9, Premier Traité, Chapitre I, Article II)
"Aquele é seguro e não pode errar, que se encontra unido ao Chefe visível que Jesus Cristo deixou à sua Igreja como o Fundamento, a Regra, o Doutor e o Defensor da fé."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 9, Premier Traité, Chapitre I, Article II)
"Da mesma forma que aquele que obedece ao vice-rei, obedece ao rei, da mesma forma aquele que obedece ao Papa, obedece a Jesus Cristo."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 15, Premier Traité, Chapitre I, Article II)
"Conjuro todos os que estão animados de zelo pelo bem da Igreja a dirigir a ela ferventes e contínuas orações ao Senhor... para que as Portas do inferno nunca prevaleçam contra ela."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. XXXVI, Introduction du Traducteur)
"O Senhor, em sua bondade, estabeleceu o Papa sobre a terra para destruir todos os erros que se levantam contra a fé."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. XXXVI, Introduction du Traducteur)
"Apliquem todas as orações, comunhões e mortificações... para a exaltação da Santa Igreja e pelo Soberano Pontífice."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. XXIII, Introduction du Traducteur)
"Deus, que quer que todos os homens cheguem ao conhecimento da verdade e, por ela, à salvação, deve ter estabelecido sua Igreja para tornar possível e fácil a obtenção de seu fim."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 5, Premier Traité, Chapitre I, Article I (Note du traducteur))
"As heresias e os cismas provêm unicamente de que não se obedece ao Sacerdote de Deus."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 70, Premier Traité, Chapitre III, Article II)
"Sem um juiz infalível, não há mais unidade de fé possível na Igreja."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. XXI, Introduction du Traducteur)
"Jesus Cristo foi e ainda é o chefe principal que fundou a Igreja e que atualmente a governa por sua assistência."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 15, Premier Traité, Chapitre I, Article II)
"É pela autoridade do Pontífice Romano que as decisões do Concílio são confirmadas."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 30, Premier Traité, Chapitre III, Article I)
"O Papa é o Vigário imediato de Cristo e, por conseguinte, deve-se admitir tudo o que ele define."
(LIGUORI, Alphonse de. Du Pape et du Concile. Tradução de Jules Jacques. Paris: P. M. Laroche, 1869, p. 39, Premier Traité, Chapitre III, Article II)
"A maior das penas do inferno não consiste nem nas chamas, nem nas trevas, nem em outros tormentos; a verdadeira pena do inferno é a perda de Deus."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 19.)
"O dia da morte é chamado na Escritura de dia da Perdição, porque nesse dia o homem perde tudo o que adquiriu durante a vida: honras, amigos, riquezas e reinos."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 9.)
"De todas as devoções, a mais querida à Santíssima Virgem é dirigir-se a ela e dizer: Ó Maria, rogai a Jesus por mim."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 27.)
"Toda a nossa vida, toda a nossa salvação consiste em unir a nossa vontade à vontade divina, que é a única regra do justo e do perfeito."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 157.)
"O pecado mortal consiste em afastar-se de Deus, trocando o Criador pela criatura."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 56.)
"É a opinião geral dos teólogos e dos Santos Padres que a oração é necessária aos adultos como meio de salvação; sem ela, é impossível observar os mandamentos."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 393.)
"A comunhão é chamada de pão celestial, pois, assim como o pão terrestre mantém a vida do corpo, a comunhão mantém a vida da alma."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 391.)
"Quem não é humilde não pode agradar a Deus, pois Ele não pode suportar os soberbos e dá Sua graça apenas aos humildes."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 437.)
"Toda a santidade consiste em amar a Deus, e o amor divino é o tesouro infinito pelo qual adquirimos a amizade de Deus."
(LIGUORI, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes du bienheureux A.-M. de Liguori, Tome Premier. Paris: Paul Mellier, 1842. p. 180.)
"Doce Coração de meu Jesus, fazei que eu vos ame mais e mais."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes de S. Alphonse de Liguori, Tome I: Préparation à la mort — Règlement de vie. Paris/Tournai: H. Casterman, 1858, Chapitre II, p. 455.)
"A Santa Comunhão, está fora de dúvida, confere uma grande força na resistência às tentações desonestas. O Sangue de Jesus Cristo, que recebemosos na Sagrada Comunhão, é chamado pelos Santos de 'Vinho gerador de Virgens' (Zac 9, 17). O vinho natural é um perigo para a castidade; este Vinho Celestial é o seu conservador."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo, Volume I. Aparecida: Oficinas do Santuário de Aparecida, 1922, Capítulo VIII, III, p. 1547.)
"Não basta, diz Belarmino, pedir a graça da perseverança uma vez ou mesmo algumas vezes. Devemos pedi-la sempre, todos os dias, até a morte, se quisermos alcançá-la."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Oração: o grande meio para alcançarmos de Deus a salvação. Aparecida: Editora Santuário, 1992, Capítulo III, 34, p. 468.)
"O demônio nos tenta primeiramente a olhar, depois a desejar e, finalmente, a consentir."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Tratado da Castidade. Aparecida: Editora Santuário, 1922, § III, p. 1527.)
"Quem reza se salva, quem não reza certamente se condena."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Oração: o grande meio para alcançarmos de Deus a salvação. Aparecida: Editora Santuário, 1992, Capítulo I, 28, p. 375.)
"No paraíso, já não há doença, nem pobreza, nem incômodo. Não há mais alternância de dias e noites, de frio e de calor; é um dia perpétuo sempre sereno, uma primavera perpétua sempre deliciosa."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes de S. Alphonse de Liguori, Tome I: Préparation à la mort. Paris/Tournai: H. Casterman, 1858, Considération XXIX, Point II, p. 311.)
"Jesus na Eucaristia é médico e remédio."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo, Volume I. Aparecida: Oficinas do Santuário de Aparecida, 1922, Capítulo VIII, III, p. 1547.)
"A Comunhão é que faz com que as esposas de Jesus permanecam fiéis a seu Divino Espóso, já que a Ela devem em especial a conservação de sua pureza."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo, Volume I. Aparecida: Oficinas do Santuário de Aparecida, 1922, Capítulo VIII, III, p. 1547.)
"É preciso que nos convencamos de que da oração depende todo o nosso bem. Da oração depende a nossa mudança de vida, o vencer das tentações; dela depende conseguirmos o amor de Deus, a perfeição, a perseverança e a salvação eterna."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Oração: o grande meio para alcançarmos de Deus a salvação. Aparecida: Editora Santuário, 1992, Introdução, 1, p. 318.)
"Nossa carne é a arma mais poderosa que possui o demônio para nos escravizar; é, por isso, coisa muito rara sair-se ileso ou mesmo vencedor deste combate."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Tratado da Castidade. Aparecida: Editora Santuário, 1922, § I, p. 1518.)
"Não há meio termo; você será para sempre um rei no céu ou um escravo no inferno."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes de S. Alphonse de Liguori, Tome I: Préparation à la mort. Paris/Tournai: H. Casterman, 1858, Considération XIV, Point II, p. 145.)
"É preciso sofrer e todos têm de sofrer; seja justo ou pecador, cada um deve carregar sua cruz. Quem a carrega com paciência, salva-se; quem a carrega com impaciência, perde-se."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo, Volume I. Aparecida: Oficinas do Santuário de Aparecida, 1922, Capítulo II, 15, p. 1142.)
"Mas como ele veio para conquistar o nosso amor, ele escolheu vir e se mostrar como um bebê, e o mais pobre dos bebês."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo, Volume I. Aparecida: Oficinas do Santuário de Aparecida, 1922, Capítulo III, p. 1109.)
"Eu poderia ser para sempre feliz, e agora devo ser para sempre miserável. Ah! Este pensamento torturará os condenados mais do que o fogo e todos os outros tormentos do Inferno."
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Œuvres complètes de S. Alphonse de Liguori, Tome I: Préparation à la mort. Paris/Tournai: H. Casterman, 1858, Considération XXVIII, Point I, p. 304.)

Biografia de Santo Afonso Maria de Ligório

Santo Afonso Maria de Ligório nasceu em Marianella, nas proximidades de Nápoles, em 27 de setembro de 1696. Naquele tempo, a região pertencia ao Reino de Nápoles, onde a riqueza de algumas famílias contrastava com as dificuldades de grande parte da população. Foi nesse ambiente que cresceu o futuro bispo, fundador dos Redentoristas e Doutor da Igreja.

Seus pais, Giuseppe de Ligório e Anna Cavalieri, pertenciam à nobreza napolitana. O pai, ligado à carreira naval, desejava proporcionar ao filho uma educação que o preparasse para ocupar uma posição de destaque na sociedade. A mãe exerceu uma influência profunda em sua formação religiosa, ensinando-lhe desde cedo a rezar, a cultivar a devoção à Virgem Maria e a reconhecer a presença de Deus na vida cotidiana.

Afonso recebeu uma educação cuidadosa. Estudou literatura, filosofia e direito, além de desenvolver habilidades na música e na pintura. Possuía uma inteligência excepcional, grande capacidade de concentração e disposição para o estudo. Seus talentos, porém, não se limitavam à vida intelectual: também demonstrava sensibilidade diante do sofrimento e interesse pelas necessidades dos outros.

Aos dezesseis anos, concluiu seus estudos universitários em direito civil e canônico. A precocidade de sua formação abriu-lhe as portas de uma carreira promissora. Ainda muito jovem, começou a atuar como advogado em Nápoles, conquistando reconhecimento por sua competência, preparação e habilidade na defesa das causas que lhe eram confiadas.

A profissão lhe oferecia prestígio e possibilidades de ascensão. Seu pai via naquele caminho a realização dos projetos familiares. Afonso, entretanto, não permaneceu indiferente às contradições do ambiente em que trabalhava. Aos poucos, percebeu que o conhecimento das leis nem sempre era acompanhado pelo amor à justiça e que os interesses dos poderosos podiam influenciar decisões que deveriam proteger a verdade.

Enquanto exercia a advocacia, continuava a alimentar sua vida espiritual. Participava de atividades religiosas e de obras de caridade, visitando pessoas enfermas, especialmente no Hospital dos Incuráveis. O encontro com homens e mulheres marcados pela doença ajudou-o a enxergar a fragilidade dos bens que a sociedade considerava indispensáveis: a posição social, o dinheiro e o reconhecimento.

Em 1723, a perda de uma importante causa judicial tornou-se um acontecimento decisivo. A derrota atingiu profundamente o jovem advogado e o levou a reconsiderar a direção de sua vida. Sua mudança, contudo, não pode ser compreendida apenas como reação a um fracasso profissional. Ela foi o amadurecimento de uma inquietação que já existia em seu coração e que o contato com os pobres e os enfermos vinha tornando mais intensa.

Afonso decidiu abandonar a advocacia e consagrar-se a Deus. Essa escolha provocou resistência em sua família, sobretudo por parte do pai, que esperava vê-lo prosseguir numa carreira de sucesso. Foi necessário renunciar a expectativas legítimas, enfrentar incompreensões e aceitar que sua vocação o conduzia por um caminho diferente daquele que lhe havia sido preparado.

Um gesto recordado em sua trajetória expressa essa entrega: diante de uma imagem de Nossa Senhora das Mercês, deixou sua espada, símbolo de sua condição nobre. Afonso colocava sua vida sob a proteção de Maria e se dispunha a servir a Cristo. Seus conhecimentos e suas capacidades continuariam a acompanhá-lo, agora orientados para o ministério sacerdotal.

Iniciou então uma preparação religiosa mais profunda, dedicando-se à Sagrada Escritura, à teologia, à história da Igreja e à vida espiritual. Em 21 de dezembro de 1726, aos trinta anos, foi ordenado sacerdote. Começava uma missão que ocuparia as seis décadas seguintes de sua existência.

 

O sacerdote dos bairros pobres e a descoberta dos mais abandonados

 

Desde os primeiros anos de sacerdócio, Afonso voltou sua atenção para as pessoas humildes de Nápoles. Encontrou trabalhadores que passavam o dia em ocupações exaustivas, famílias atingidas pela pobreza e pessoas que tinham poucas oportunidades de receber instrução religiosa. Algumas estavam afastadas dos sacramentos; outras conheciam as práticas da fé, mas precisavam de acompanhamento para compreendê-las e vivê-las.

Sua formação poderia tê-lo conduzido a ambientes de maior prestígio intelectual. Afonso, porém, procurava aqueles para quem o Evangelho precisava ser explicado com paciência. Desejava que todos, inclusive quem não sabia ler ou não havia frequentado uma escola, pudessem conhecer o amor de Deus e responder a ele.

Essa preocupação marcou sua maneira de pregar. Evitava uma linguagem que apenas demonstrasse erudição. Escolhia palavras compreensíveis e exemplos próximos da vida de seus ouvintes. Falava da conversão, da responsabilidade pelas próprias escolhas, do perdão e da necessidade de rezar. Procurava despertar o coração e, ao mesmo tempo, oferecer orientações concretas.

Seu trabalho contribuiu para o desenvolvimento das chamadas capelas vespertinas, também conhecidas como capelas noturnas. Eram encontros realizados depois do trabalho, nos quais as pessoas se reuniam para rezar, ouvir a doutrina cristã e meditar sobre a Palavra de Deus. As reuniões começaram em casas e oficinas e passaram também a acontecer nas capelas da cidade.

A participação dos leigos tinha grande importância. Pessoas preparadas ajudavam a conduzir os encontros, enquanto os sacerdotes acompanhavam os grupos e ofereciam assistência espiritual. Essa colaboração permitia que a formação religiosa alcançasse mais gente e tivesse continuidade na vida dos bairros.

As capelas também favoreciam a solidariedade. Quem participava encontrava uma comunidade na qual podia receber apoio, aprender a lidar melhor com suas responsabilidades e fortalecer os vínculos com os outros. Afonso compreendia que a conversão precisava produzir frutos nas relações familiares, no trabalho e na convivência. A vida cristã deveria contribuir para superar a violência, a desonestidade e o abandono do próximo.

Além do ministério na cidade, dedicou-se à pregação missionária nas regiões próximas de Nápoles. Essas viagens o colocaram em contato com uma pobreza menos visível: a das populações rurais, que viviam afastadas dos centros urbanos e quase sem assistência religiosa.

Por volta de 1730, depois de um período de trabalho intenso que havia comprometido sua saúde, foi à região de Scala, nas montanhas próximas à costa de Amalfi, para descansar. A estadia, que deveria ajudá-lo a recuperar as forças, acabou trazendo uma nova compreensão de sua vocação.

Nas proximidades do santuário de Santa Maria dos Montes, encontrou pastores e camponeses que desejavam ouvir a Palavra de Deus. A distância, as condições de vida e a falta de acompanhamento faziam com que essas pessoas tivessem poucas oportunidades de receber catequese e os sacramentos.

Afonso ficou profundamente impressionado. Na cidade, embora houvesse muita pobreza, também existiam sacerdotes e instituições que podiam oferecer assistência. Naquelas regiões, muitos permaneciam praticamente esquecidos. O encontro com eles tornou evidente uma necessidade à qual ele se sentiu chamado a responder.

Ao retornar a Nápoles, levou consigo a lembrança dessas pessoas. Rezou, buscou orientação e amadureceu a decisão de dedicar sua vida especialmente aos mais abandonados. Dessa experiência nasceu o projeto de reunir missionários que fossem ao encontro das populações que recebiam menos atenção pastoral.

 

A fundação dos Redentoristas e as provações de uma obra missionária

 

Em 9 de novembro de 1732, Afonso fundou em Scala a Congregação do Santíssimo Redentor, conhecida como Congregação dos Redentoristas. Sua finalidade era seguir o exemplo de Jesus Cristo no anúncio do Evangelho aos pobres, sobretudo àqueles que viviam em lugares distantes e careciam de assistência espiritual.

A fundação foi fruto de oração, discernimento e colaboração. O bispo Tommaso Falcoia exerceu uma influência importante na orientação da nova comunidade. Maria Celeste Crostarosa também contribuiu para o ambiente espiritual em que o projeto amadureceu. Afonso assumiu a responsabilidade de dar forma a uma congregação capaz de unir a vida comunitária à dedicação missionária.

Os primeiros tempos foram difíceis. Surgiram divergências sobre a organização da comunidade e sobre a direção que ela deveria tomar. Alguns dos primeiros companheiros se afastaram. A falta de recursos e as incompreensões tornavam incerto o futuro de uma obra que ainda estava começando.

Essas dificuldades exigiram de Afonso perseverança e disposição para escutar. Precisava manter a finalidade da congregação e, ao mesmo tempo, enfrentar os problemas próprios de uma instituição em formação. Seu desejo de servir aos abandonados foi o ponto de referência que o ajudou a continuar.

A vida dos missionários deveria ser sustentada pela oração, pela fraternidade e pela simplicidade. Afonso sabia que a pregação exigia mais do que conhecimento: precisava nascer de uma vida entregue a Deus. Por isso, o cuidado com a formação espiritual dos religiosos era inseparável de sua preparação para o apostolado.

Os Redentoristas percorriam aldeias e regiões rurais, pregando missões populares. Durante essas missões, explicavam as verdades da fé, convidavam à conversão, atendiam confissões e ajudavam a resolver situações que prejudicavam a vida cristã. Procuravam alcançar as famílias e as comunidades, incentivando a reconciliação e a participação nos sacramentos.

Afonso desejava que os frutos permanecessem depois da partida dos missionários. Ensinava práticas de oração que os fiéis pudessem continuar em casa e promovia o acompanhamento posterior das comunidades. A missão precisava despertar uma mudança que encontrasse continuidade nas escolhas diárias.

Em 1749, o papa Bento XIV aprovou a congregação e sua regra. Esse reconhecimento ofereceu estabilidade à obra e confirmou seu lugar na missão da Igreja. A comunidade fundada entre muitas dificuldades podia prosseguir com maior segurança em sua dedicação aos pobres.

Afonso continuou acompanhando seus religiosos, orientando a formação, escrevendo e participando da atividade missionária. Preocupava-se com a fidelidade à vocação recebida e com a qualidade do serviço prestado às pessoas. Sua autoridade estava ligada à responsabilidade de preservar uma obra que existia para evangelizar.

Seu horizonte missionário também ultrapassava o Reino de Nápoles. Alimentava o desejo de que o Evangelho fosse anunciado a outros povos e procurava transmitir esse zelo aos companheiros. O cuidado com os camponeses abandonados não limitava sua visão: ensinava-lhe a reconhecer, em qualquer lugar, as pessoas que mais necessitavam de atenção.

Na velhice, precisou enfrentar novas e dolorosas dificuldades relacionadas à congregação. Questões sobre sua regra e seu reconhecimento pelas autoridades civis contribuíram para uma divisão entre comunidades. Ver a obra de sua vida atravessar esse conflito foi uma grande provação. Afonso permaneceu unido à Igreja e confiou a Deus o futuro da congregação, cuja reunificação aconteceria depois de sua morte.

 

O mestre da teologia moral, da oração e do amor a Jesus Cristo

 

Afonso realizou uma extensa atividade de escritor. Seus livros nasceram das necessidades que encontrava na pregação, no confessionário e na orientação espiritual. Ao escrever, procurava continuar a missão: alcançar pessoas que não poderia visitar e oferecer aos sacerdotes instrumentos para servir melhor.

Sua produção compreende mais de uma centena de obras, entre tratados teológicos, escritos espirituais, meditações, orientações pastorais e textos de formação. Parte de seus livros era destinada a leitores com preparação acadêmica; outra parte procurava tornar a vida de oração acessível ao povo.

A Teologia Moral ocupa um lugar central nesse conjunto. Afonso estudou cuidadosamente as questões morais e procurou aplicar os princípios cristãos às situações concretas. Sua experiência pastoral permitiu-lhe reconhecer que, por trás de cada problema discutido, havia uma pessoa com responsabilidades, limitações, sofrimentos e necessidade de orientação.

Naquele período, certas correntes religiosas apresentavam uma visão excessivamente severa da vida cristã. A influência do rigorismo podia alimentar o medo e dificultar a confiança na misericórdia divina. Pessoas sinceramente desejosas de servir a Deus chegavam a viver atormentadas por dúvidas e receios, sem encontrar a paz necessária para avançar.

Afonso enfrentou esse problema com estudo e atenção pastoral. Defendia a seriedade da lei moral e a necessidade de conversão, mas advertia contra exigências sem fundamento suficiente e contra uma dureza que acabasse afastando as pessoas de Deus. Também rejeitava a permissividade que tratava o pecado com indiferença.

Sua busca era oferecer um caminho responsável, fiel à doutrina da Igreja e atento à consciência humana. Para isso, examinava as circunstâncias, distinguia as responsabilidades e procurava orientar com clareza. A formação da consciência deveria ajudar a pessoa a reconhecer o bem e a praticá-lo com liberdade e perseverança.

Aos confessores, recomendava conhecimento, prudência, paciência e caridade. O sacerdote deveria acolher quem buscava o sacramento, ajudar a reconhecer as faltas e favorecer uma conversão sincera. Era necessário transmitir confiança no perdão de Deus e oferecer apoio para que o penitente pudesse retomar o caminho cristão.

Essa sensibilidade também aparece em seus escritos sobre a oração. Em O Grande Meio da Oração, Afonso apresenta a necessidade de recorrer a Deus e pedir a graça para perseverar. Conhecia a fragilidade humana e ensinava que ninguém deveria depender apenas das próprias forças diante das tentações e das dificuldades.

Incentivava uma oração simples, frequente e confiante. O fiel podia falar com Deus sobre suas necessidades, agradecer, pedir perdão e buscar ajuda. Afonso desejava que a oração se tornasse parte da vida, acompanhando o trabalho, as preocupações e os momentos de sofrimento.

A Eucaristia ocupava um lugar essencial em sua espiritualidade. Em Visitas ao Santíssimo Sacramento e a Nossa Senhora, ofereceu meditações destinadas a cultivar a presença diante de Jesus e a confiança em seu amor. Ensinava a reservar tempo para esse encontro e a renovar, nele, a entrega pessoal.

Em Prática do Amor a Jesus Cristo, desenvolveu o tema que unifica sua vida: a resposta ao amor do Redentor. Afonso apresenta esse amor em suas consequências concretas, como a paciência, a humildade, a caridade e a fidelidade. Amar a Cristo deveria transformar a maneira de tratar o próximo e de enfrentar as próprias responsabilidades.

Também escreveu sobre a morte e o destino eterno. Em Preparação para a Morte, convida o leitor a considerar a brevidade da vida e a importância de não adiar a conversão. Essas meditações procuram despertar uma existência mais consciente, na qual o tempo recebido seja empregado no amor a Deus e na prática do bem.

Sua devoção mariana encontrou uma expressão particularmente conhecida em As Glórias de Maria, publicado em 1750, depois de anos de preparação. Afonso reuniu ensinamentos, meditações e orações que apresentam Nossa Senhora como mãe atenta às necessidades de seus filhos e intercessora junto a Deus.

O amor a Maria estava profundamente ligado ao amor a Jesus. Afonso desejava que a confiança em sua intercessão ajudasse os fiéis a se aproximarem de Cristo, especialmente aqueles que se sentiam desanimados por suas faltas. Sua devoção tinha uma finalidade pastoral: fortalecer a esperança e incentivar a conversão.

Seus dons artísticos também serviram à evangelização. Compôs cânticos, escreveu poesias e utilizou a música para comunicar o mistério cristão. É autor da letra e da melodia de Tu scendi dalle stelle, um dos cânticos de Natal mais conhecidos da Itália. A simplicidade da composição revela sua capacidade de apresentar a fé de maneira compreensível e tocante.

A obra escrita de Afonso continuou a ser lida muito depois de sua morte. Seus livros formaram sacerdotes, religiosos e leigos, ajudando gerações de cristãos a rezar, a examinar a consciência e a crescer na confiança em Deus.

 

O bispo dos pobres, os sofrimentos finais e a herança de santidade

 

Em 1762, Afonso foi nomeado bispo de Santa Águeda dos Godos. Já havia dedicado muitos anos à pregação e à condução da congregação. A nomeação lhe trouxe novas responsabilidades, que assumiu apesar de suas reservas e de suas dificuldades de saúde.

No governo da diocese, procurou conhecer a situação das comunidades, fortalecer a formação dos sacerdotes e melhorar o atendimento aos fiéis. Visitava paróquias, promovia a instrução religiosa e dedicava atenção à vida do seminário. Desejava que os futuros padres estivessem preparados para pregar, celebrar os sacramentos e acompanhar as pessoas com responsabilidade.

Seu ministério episcopal manteve a proximidade com os pobres. A experiência missionária havia formado nele uma atenção particular às necessidades que podiam passar despercebidas. Como bispo, continuou a considerar a assistência aos necessitados parte essencial de sua missão.

Essa caridade tornou-se especialmente necessária durante a grave fome que atingiu a região em 1763 e 1764. Muitas famílias perderam os meios de subsistência, e a população sofreu com a falta de alimentos. Afonso procurou mobilizar recursos, distribuir auxílio e utilizar o que estava ao seu alcance para socorrer os atingidos.

O sofrimento do povo o afetava profundamente. Seu cuidado pastoral incluía o pão necessário à sobrevivência e a esperança que ajudava as pessoas a enfrentar a calamidade. A oração não diminuía sua responsabilidade de agir; sustentava seu empenho em aliviar a dor dos outros.

Ao mesmo tempo, continuava escrevendo. Os anos de episcopado foram também um período fecundo de produção intelectual e espiritual. Mesmo cercado de responsabilidades, procurava oferecer ensinamentos que pudessem servir além dos limites de sua diocese.

Com o avanço da idade, sua saúde se deteriorou. Uma dolorosa artrite deformante limitou seus movimentos e alterou sua postura. Atividades que antes realizava com facilidade passaram a exigir grande esforço. Precisou aceitar a dependência de outras pessoas e adaptar-se a uma condição física cada vez mais frágil.

Em 1775, recebeu autorização do papa Pio VI para deixar o governo da diocese. Retirou-se para a comunidade redentorista de Pagani, onde viveu seus últimos anos. O afastamento das responsabilidades episcopais não significou o fim de sua participação na vida da Igreja. Continuou rezando e acompanhando, dentro de suas possibilidades, a obra à qual se havia dedicado.

Sua velhice reuniu dores corporais, preocupações com a congregação e sofrimentos interiores. O homem que ensinara tantos fiéis a confiar em Deus precisou viver essa confiança em circunstâncias nas quais já não podia trabalhar como antes nem resolver todos os problemas que o afligiam.

A perseverança desses anos oferece uma dimensão importante de sua santidade. Afonso havia servido a Deus na força de seus talentos e de sua capacidade de trabalho. Agora, precisava servi-lo também na fragilidade, aceitando ajuda e permanecendo fiel em meio à dor.

Sua vida de oração continuou sustentada pelo amor a Jesus Cristo e pela confiança na proteção de Nossa Senhora. A união com a vontade de Deus, tão presente em seus escritos, tornou-se uma experiência vivida de maneira particularmente exigente.

Santo Afonso Maria de Ligório faleceu em Pagani, em 1º de agosto de 1787, aos noventa anos, poucas semanas antes de completar noventa e um. Deixou uma congregação missionária, uma vasta obra escrita e o testemunho de uma existência dedicada ao serviço das almas.

Foi beatificado em 1816 pelo papa Pio VII e canonizado em 1839 pelo papa Gregório XVI. Em 1871, o papa Pio IX o proclamou Doutor da Igreja, reconhecendo a importância de seus ensinamentos. Em 1950, Pio XII o declarou padroeiro dos confessores e dos teólogos moralistas. Sua memória litúrgica é celebrada em 1º de agosto.

A herança de Santo Afonso permanece na missão dos Redentoristas e na leitura de seus escritos. Sua trajetória mostra como a inteligência, a sensibilidade artística e a capacidade de liderança podem ser colocadas a serviço da fé. O advogado que renunciou a uma carreira promissora tornou-se um pastor atento às pessoas que tinham menos voz e menos assistência.

Seu exemplo convida à oração perseverante, ao cuidado com a consciência e à confiança na misericórdia divina. Também recorda que a evangelização exige proximidade: conhecer as dificuldades das pessoas, falar de maneira compreensível e acompanhar com paciência.

Afonso dedicou sua vida a ajudar os outros a conhecer e amar Jesus Cristo. Na pregação, nos livros, no confessionário, no governo da diocese e nos sofrimentos da velhice, procurou permanecer fiel a essa missão. É essa unidade entre ensinamento e entrega que torna sua vida uma referência duradoura para a Igreja.

 

Referências bibliográficas:

 

  • LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Oração: o grande meio para alcançarmos de Deus a salvação e todas as graças que desejamos. Tradução de Henrique Barros. 4. ed. Aparecida, SP: Editora Santuário, 1992.
  • LIGUORI, Saint Alphonse de. Œuvres complètes de S. Alphonse de Liguori, Tome I: Préparation à la mort — Considérations sur les vérités éternelles. — Règlement de vie. Traduction de Léop.-J. Dujardin. 2. ed. Paris/Tournai: H. Casterman, 1858.
  • LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo, ou A Religiosa Santificada por meio das virtudes próprias do seu estado, Volume I. Tradução de Antônio Alves Ferreira dos Santos. Aparecida: Oficinas do Santuário de Aparecida, 1922.
  • LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. Tratado da Castidade. Aparecida: Editora Santuário, 1922.
  • LIGUORI, Alfonso de. Selva di materie predicabili, ed istruttive per dare gli Esercizj a’ Preti, Parte Prima. Venezia: Stamperia Remondini, 1760.
  • LIGUORI, St. Alphonsus. The Sermons of St. Alphonsus Liguori For All the Sundays of the Year. 4. ed. Rockford, Illinois: TAN Books and Publishers, Inc., 1982.
  • LIGÓRIO, Santo Afonso de. Como será o inferno? Rockford, Illinois: TAN Books, 1988.
  • LIGUORI, S. Alphonse de. Du Pape et du Concile, ou doctrine complète de S. Alphonse de Liguori sur ce double sujet. Traduction de Jules Jacques. Paris/Tournai: H. Casterman, 1869.

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