Frases de Beata Alexandrina de Balasar
"Eu quero que cada letra das orações que rezo ou ouço rezar e cada palavra que pronuncie ou ouça pronunciar, que leia ou ouça ler, que escreva ou veja escrever, que cante ou ouça cantar sejam atos de amor para os vossos Sacrários."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 5, Encontrando o seu destino, p. 20.)
"Nosso Senhor me diz que escolhe os fracos para torná-los fortes e que é debaixo das minhas faltas que Ele esconde o seu poder, o seu amor e a sua glória."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 7, As lições, p. 27.)
"Nosso Senhor me diz que quer que eu morra para o mundo e que o mundo morra para mim. Ele é o mundo para quem devo viver; é nele que devo pensar, e é a Ele que devo amar e imitar. Nele encontro todos os tesouros."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 7, As lições, p. 27.)
"Eu sou a sentinela dos vossos Sacrários, assim como o soldado é a sentinela do seu quartel, com a diferença de que o soldado muitas vezes cumpre seu dever por obrigação e por medo do castigo; eu, porém, quero cumprir meu dever e ser fiel por amor doido a Jesus Sacramentado."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 7, As lições, p. 32.)
"Não são os sofrimentos que me afligem, porque todos os dias os peço a Nosso Senhor e também Lhe peço que não me abandone nem por um momento, pois sei bem que sem Ele nada poderia sofrer; o que mais me aflige é tê-Lo ofendido tanto, tanto!"
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 8, A discípula, p. 34.)
"Que me importam as consolações, se Jesus está comigo, me dá forças para tudo sofrer e estou fazendo a sua santíssima vontade?"
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 9, No caminho da purificação, p. 38.)
"O que eu quero é consolar muito o meu Esposo Sacramentado, ainda que para mim não haja nenhuma consolação, pois assim levo luz a muitas almas e queria salvar todas elas."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 9, No caminho da purificação, p. 39.)
"A minha Pátria não é esta, é o Céu."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 11, Entre a vida e a morte, p. 47.)
"Só tenho uma alma e sinto milhões de almas; devo responder por todas e consagrar todas a Jesus."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 17, A vítima no holocausto, p. 80.)
"A minha natureza tem horror ao sofrimento, mas o coração, transbordando de ânsias pela glória e pelo amor de Jesus, voa, num voo rápido e louco, para se enredar nos sofrimentos."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 17, A vítima no holocausto, p. 80.)
"Sabeis por que não vos temo? Porque sei que, quando vos irritais, é para chamardes as almas a Vós e lhes perdoardes."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 18, Sentindo misteriosamente as más disposições do pecador, p. 82.)
"A dor me dá Jesus; Jesus me dá amor."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 18, Sentindo misteriosamente as más disposições do pecador, p. 84.)
"Quem uma vez abraçou os sofrimentos por amor àquele que os envia não pode jamais abandoná-los!"
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 19, Sob a ira de Deus, p. 90.)
"Não custa fazer nossas ofertas a Jesus e dizer-Lhe que todo o corpo pertence a Ele; dizer-Lhe: sou vossa para o martírio e para a Cruz. Mas, quando se sentem os rigores de sua justiça divina, quando ela mostra que levou a sério a oferta e se serviu do instrumento frágil para salvar o mundo, é de morrer."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 19, Sob a ira de Deus, p. 92.)
"O coração está frio, mas está ferido. Quanto mais ânsias de amor ele sente, mais sangra e mais viva é a dor, porque não consegue o amor puro e ardente com que deseja amar Jesus."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 20, A morte total, p. 96.)
"Posso dizer: só a força de um Deus sofrendo em mim pode suportar a dor que a maldade da Humanidade causa a Jesus."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 22, Completando o que falta aos sofrimentos de Cristo, p. 108.)
"Eu queria rasgar e desfazer em migalhinhas todo o meu corpo; queria ser moída como um grãozinho de trigo, esmagada como as areias da estrada, espremida como um cachinho de uvas, só para consolar Jesus e dar-Lhe prova do meu amor."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 22, Completando o que falta aos sofrimentos de Cristo, p. 110.)
"Se me dissessem que no fundo do mar havia um cofre onde estava guardado o amor de Jesus, eu, louca de alegria, me lançaria ao fundo para buscar esse cofre que continha o amor de Jesus; e com o amor Dele eu queria amá-Lo!"
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 24, Sem diretor espiritual, p. 119.)
"Digam o que disserem, façam o que fizerem, nunca conseguirão me tirar desta união íntima com Vós."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 24, Sem diretor espiritual, p. 123.)
"Vós me destes a graça de conhecer o abismo da minha miséria, mas, ao mesmo tempo, vejo que maior, infinitamente maior, é o abismo do vosso amor, da vossa misericórdia e da vossa compaixão."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 25, Os dois derradeiros êxtases da paixão, p. 126.)
"A maior de todas as maravilhas: Jesus se dar como nosso alimento, partir e ficar conosco."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 25, Os dois derradeiros êxtases da paixão, p. 128.)
"Com os olhos em Vós, Jesus, as calúnias, as humilhações, os desprezos, os ódios e o esquecimento têm a doçura do vosso amor."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 28, Novos espinhos, p. 142.)
"Só desejo que ocupeis no Coração divino de Jesus o lugar que ocupais no meu coração, porque assim podeis receber tudo."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 29, Amparo inesperado, p. 150.)
"Não quero vos ofender, Jesus, na mínima coisinha: preferiria milhões e milhões de infernos!"
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, p. 157.)
"Não quero perder um momento de sofrimento; quero que ele seja aproveitado em favor das almas, das minhas almas que custaram o preciosíssimo sangue do meu amado Jesus."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, pp. 158–159.)
"Sejam quais forem os sofrimentos, por maiores que sejam as dores do meu corpo e da minha alma, sinto no meu íntimo uma grande paz, a paz que nos vem de Deus."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, p. 159.)
"É grande, infinitamente grande a misericórdia de Jesus sobre mim. Não tenho nada e tenho tudo. Ele sofre e ama em mim. São devoradoras as ânsias que tenho de amá-Lo e de ser perfeita em tudo."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, p. 160.)
"Busco a glória do Senhor e o bem das almas, não a minha glória nem os louvores das criaturas."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, p. 161.)
"Não há nada que se compare com a doçura da Cruz, quando a aceitamos e levamos por amor."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, pp. 162–163.)
"As mais pequeninas coisas me levam ao sacrifício: eu me calo por amor, não sou curiosa por amor, ajo com caridade por amor, mesmo quando os meus instintos, muitas vezes, queriam o contrário."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 30, Dor e amor, p. 163.)
"Quero ser pequena para tudo, apenas grande para a dor."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 31, Na união consumada, p. 169.)
"Nunca, nunca confiei em mim. Pela vossa graça, nunca, nunca atribuí nada a mim mesma; o meu nada, a minha miséria imensa e a minha inutilidade estão sempre, sempre presentes."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 32, Almas, dá-me almas!, p. 175.)
"Perdoo a todos, perdoo, perdoo. Foram instrumentos para meu bem."
(PINHO, Mariano, S. J. No Calvário de Balasar. Capítulo 33, Não chorem, que eu vou para o céu!, p. 179.)
"Vives só da Eucaristia porque quero provar ao mundo o poder da Eucaristia e o poder da minha vida nas almas. (Jesus se dirigindo a Ela)."
(PINHO, Mariano. No Calvário de Balasar. Edições Paulinas, 1961, p. 182)
"Ó meu Jesus, vale a pena sofrer tudo, para possuir o Céu!"
(JOHNSTON, Francis. Alexandrina: The Agony and the Glory. Saint Austin Press, 1979, p. 77)
"Os demônios trabalham com canseira para conseguirem que eu ofenda o meu Jesus, que caía no desânimo, no desespero. Vêm sempre com novas formas de pecar, vergonhosas e descarnadas."
(PASQUALE, Humberto. Alexandrina. Elle Di Ci, 1978, p. 272)
"Ó Mãezinha, eu quero andar de Sacrário em Sacrário, a pedir favores a Jesus, como a abelhinha de flor em flor a chupar-lhe o néctar."
(COSTA, Alexandrina Maria da. Sentimentos da Alma, 4 de Outubro de 1945, em Vida e Obras da Beata Alexandrina de Balazar)
"Tinha muitas saudades do Jesus da nossa Igreja; e quando havia festas do Sagrado Coração de Jesus e missas cantadas, eu chorava amargamente."
(PINHO, Mariano. No Calvário de Balasar. Edições Paulinas, 1961, p. 19)
"Hoje, depois de comungar, sentia que a minha alma era um verdadeiro rochedo. Não havia nada que fosse capaz de o quebrar e amolecer."
(PINHO, Mariano. No Calvário de Balasar. Edições Paulinas, 1961, p. 24)
"Se fosse possível eu sofrer todos os sofrimentos do mundo, contanto que Nosso Senhor fosse amado por todos, eu não me recusava."
(PINHO, Mariano. No Calvário de Balasar. Edições Paulinas, 1961, p. 81)
"Pecadores: Se as cinzas do meu corpo vos tem utilidade para vos salvardes, aproximai-vos, passai por cima delas, calcai-as até que desapareçam, mas não pequeis mais..."
(PINHO, Mariano. No Calvário de Balasar. Edições Paulinas, 1961, p. 41)
"Suspiro, morro, anseio por satisfazer minha alma com o alimento do Paraíso (a Eucaristia)!"
(PINHO, Mariano. No Calvário de Balasar. Edições Paulinas, 1961, p. 182)
Biografia de Beata Alexandrina de Balasar
Infância e Primeiras Virtudes em Balasar
Alexandrina Maria da Costa nasceu em 30 de março de 1904, na freguesia de Balasar, no seio de uma família de camponeses trabalhadores e piedosos. Batizada no Sábado de Aleluia, sua alma parecia já predestinada a uma união extraordinária com o Divino. Desde os três anos, manifestou uma vivacidade que lhe rendeu o apelido de Maria Rapaz, mas, paralelamente a essa energia natural, nutria uma devoção precoce, encontrando alegria em contemplar o firmamento e as belezas do Criador.
Sua Primeira Comunhão, realizada aos sete anos em Póvoa de Varzim, foi o marco de um laço indissolúvel com Jesus Eucarístico, sentindo seu coração preso ao Senhor de tal forma que o desejo de recebê-lo diariamente tornou-se a bússola de sua existência. Demonstrava também um respeito angélico pelos sacerdotes e uma caridade ardente para com os pobres e doentes, a quem frequentemente visitava e auxiliava, privando-se do próprio alimento para suprir as necessidades dos mais necessitados.
O Salto Heroico em Defesa da Virgindade
Aos catorze anos, no Sábado Santo de 1918, a vida de Alexandrina foi marcada por um ato de heroísmo cristão que determinaria seu futuro calvário. Ao ser perseguida em sua própria casa por homens que intentavam violar sua pureza, ela não hesitou em saltar de uma janela a quatro metros de altura para salvaguardar sua virgindade.
O traumatismo causado pela queda atingiu severamente sua coluna vertebral, resultando em uma lesão irreversível que os médicos diagnosticaram mais tarde como mielite ou compressão medular. A partir de 14 de abril de 1925, Alexandrina ficou definitivamente confinada ao leito, onde permaneceria por trinta anos em um estado de imobilidade e sofrimento crescentes.
A Vocação de Alma Vítima
Após anos pedindo a cura por intercessão de Nossa Senhora de Fátima, Alexandrina compreendeu que sua verdadeira missão não era o restabelecimento físico, mas a imolação espiritual. Em 1928, ofereceu-se a Jesus como alma-vítima para a salvação dos pecadores e reparação ao Sagrado Coração.
Sua vida transformou-se em uma prece contínua diante dos sacrários do mundo, sentindo-se uma prisioneira do amor, tal como Jesus está prisioneiro na Eucaristia. Sob a orientação de seu primeiro diretor espiritual, o Padre Mariano Pinho, ela aprendeu a transmutar cada dor em um ato de amor, vivendo sob o lema de sofrer, amar e reparar.
Os Êxtases da Paixão de Cristo
Em outubro de 1938, Alexandrina iniciou um ciclo de fenômenos místicos sem precedentes: a vivência visível da Paixão de Jesus todas as sextas-feiras. Durante esses êxtases, ela recuperava miraculosamente os movimentos do corpo para percorrer, em sua pequena sala, os passos de Cristo do Horto ao Calvário, repetindo os gestos e palavras do Salvador sob o olhar de testemunhas e médicos.
Apesar de pesar apenas cerca de trinta quilos, seu corpo tornava-se impossível de ser erguido pelos presentes quando ela carregava a cruz mística. Esses sofrimentos visíveis cessaram em 1942, mas a paixão íntima continuou a ser vivida em seu interior até o fim de seus dias.
O Milagre do Jejum Eucarístico Absoluto
Um dos maiores prodígios da vida da Beata foi o jejum absoluto de sólidos e líquidos, iniciado na Sexta-feira Santa de 1942. Por mais de treze anos, seu único sustento foi a Sagrada Comunhão diária, fenômeno que desafiou as leis da biologia e da medicina.
Para validar tal prodígio, ela submeteu-se a quarenta dias de rigorosa vigilância médica em um hospital na Foz do Douro, onde se confirmou a total ausência de alimentação e excreções, mantendo suas faculdades mentais lúcidas e sua atividade espiritual intensa. Jesus explicou-lhe que este milagre era uma prova ao mundo do poder da Eucaristia e de Sua vida nas almas.
Lutas Contra as Potências das Trevas
Como toda alma que se oferece para resgatar pecadores, Alexandrina foi alvo de ataques furiosos do demônio. Por cerca de dez anos, ela enfrentou agressões físicas, visões aterradoras e tentações contra a fé e a pureza, chegando a ser arremessada do leito por forças invisíveis.
Ela vencia esses combates através do uso da água benta, da obediência cega aos seus diretores e da invocação constante dos nomes de Jesus e Maria. Frequentemente, o inimigo tentava convencê-la de que estava condenada, mas o Senhor a confortava em visões sublimes, assegurando que suas lutas salvavam milhares de almas do abismo. Jesus dizia que as trevas que ela vivia davam luz ao mundo e as almas eram resgatadas por meio de seu sofrimento.
A Missão Universal e a Maternidade Espiritual
Alexandrina foi elevada à dignidade de mãe espiritual dos pecadores e rainha do mundo. Jesus a chamou de nova redentora, confiando-lhe a humanidade para ser lavada em seu sofrimento.
Através de sua imolação, ela se tornou um canal de graças para a terra e um farol para os que caminham na escuridão. A Igreja a reconheceu como mãe espiritual de sacerdotes, papel que ela desempenhou oferecendo suas dores pela santificação dos ministros do Senhor. Sua vida tornou-se uma escola de ciências divinas, onde os anjos gravavam em letras de ouro os seus atos de generosidade e amor.
Manifestações e Prodígios Celestiais
A vida da beata foi adornada com visões frequentes da Santíssima Trindade e da Virgem Maria em esplendor. Ela experimentou a troca mística de corações com Jesus e recebeu o privilégio da transfusão do sangue divino em suas próprias veias para sustentar sua vida milagrosa.
O Espírito Santo manifestava-se a ela em forma de pomba, infundindo luz e sabedoria em sua inteligência para que pudesse falar às almas. Mesmo em sua fragilidade física, ela experimentava ardores de um fogo de amor divino que parecia consumir todo o seu ser. O Senhor lhe concedeu o discernimento de espíritos, permitindo que ela lesse os corações e conduzisse muitos ao arrependimento sincero.
O Fim do Calvário e o Encontro Eterno
Sentindo a proximidade de sua partida, Alexandrina viveu seus últimos meses em uma agonia que preparava o triunfo final. No dia 12 de outubro de 1955, recebeu a unção dos enfermos com alegria radiante, exclamando que as trevas haviam desaparecido.
Ela pediu aos presentes que não chorassem, pois finalmente estava indo para o céu. Em 13 de outubro, no aniversário do milagre do sol em Fátima, recebeu sua última comunhão e entregou sua alma a Deus com um sorriso sereno.
Seu túmulo em Balasar, voltado para o sacrário como era seu desejo, tornou-se um centro de milagres e cura para milhares de peregrinos. O reconhecimento de sua heroicidade de virtudes e o milagre da cura de uma doente com mal de Parkinson levaram à sua solene beatificação pelo Papa João Paulo II em 25 de abril de 2004.
Referências bibliográficas
- 30 Dias Com A Beata Alexandrina, de Afonso Rocha. Esta obra oferece um roteiro de orações e meditações baseado nos escritos da Beata, destacando sua “ciência divina” e seu papel como mãe espiritual de sacerdotes.
- Vida e Obras da Beata Alexandrina Maria da Costa, que reúne a sua Autobiografia, Colóquios e Sentimentos da Alma. Este acervo documental, ditado pela própria Alexandrina por ordem de seus diretores espirituais, é a fonte primária de suas experiências místicas, incluindo o fenômeno da Paixão e o jejum eucarístico.
- Bienheureuse Alexandrina Maria Da Costa: Ecrits Autobiographiques (Tomes 1 e 2), com tradução de Alphonse Charles Rocha. Estes volumes abrangem o período de 1904 a 1955, fornecendo uma cronologia detalhada e a tradução de seus relatos pessoais de 1904 a 1955.
- Alexandrina: The Agony and the Glory, de Francis Johnston. Publicada originalmente em 1979, esta biografia em língua inglesa detalha o caminho de Alexandrina como alma-vítima e o reconhecimento médico de seus fenômenos extraordinários.
- No Calvário de Balasar, do Padre Mariano Pinho, S.J. Escrita pelo seu primeiro diretor espiritual, esta obra é fundamental para compreender os anos de 1933 a 1942, descrevendo o início de sua missão reparadora e os primeiros exames da Santa Sé.
- Beata Alexandrina da Costa: Una Sonrisa Celestial, do P. Ángel Peña, O.A.R. Este estudo biográfico e teológico explora a fundo os fenômenos sobrenaturais (êxtases, levitação, discernimento de espíritos) e a relação da Beata com a mensagem de Fátima e a consagração do mundo.