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Santa Elisabete da Trindade

Santa Elisabete da Trindade

1880-1906
Santa Elisabete da Trindade foi uma monja carmelita francesa canonizada pelo Papa Francisco. A Igreja a venera por sua profunda vivência do mistério da inabitação: a certeza de que a Santíssima Trindade habita a alma em estado de graça. Mesmo sofrendo intensamente com a doença de Addison, ofereceu suas dores como um "louvor de glória" a Deus. Sua espiritualidade, focada no silêncio interior e na união mística, é considerada um inestimável tesouro teológico e espiritual.
Leia a biografia completa aqui ↓

Frases de Santa Elisabete da Trindade

"Ó meu Deus, Trindade a quem adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente de mim mesma para me estabelecer em Vós, calma e tranquila, como se minha alma já estivesse na eternidade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 48)
"Sinto tanto amor envolvendo minha alma! É como um oceano no qual mergulho e me perco; é a minha visão de Deus na terra, enquanto aguardo contemplá-Lo face a face na luz."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 45)
"Não posso dizer que amo o sofrimento em si, mas o amo porque me torna semelhante Àquele que é meu Esposo e meu Amor."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 69)
"No céu de sua alma, aquela que é um louvor de glória já começou sua obra de eternidade; seu canto é ininterrupto; ela se entregou inteiramente ao louvor e ao amor."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 57)
"Já que Nosso Senhor habita em nossas almas, Sua oração nos pertence. Desejo viver incessantemente em comunhão com essa oração, mantendo-me como um pequeno vaso junto à Fonte da vida, para depois comunicá-la às almas, deixando transbordar suas correntes de infinita caridade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 47)
"A vida de uma carmelita é uma comunhão com Deus, da manhã à noite e da noite à manhã; se Ele não preenchesse nossas celas e nossos claustros, como seriam vazios!"
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 29)
"Meu amado sacerdote, sua pequena vítima está sofrendo muito; é uma espécie de agonia física. Ela se sente covarde, covarde a ponto de gritar, mas Aquele que é a Plenitude do Amor a visita e a faz entrar em comunhão com Ele."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 66)
"Ofereço a cela do meu coração para ser a Vossa pequena Betânia; vinde habitar nela, pois Vos amo tanto!"
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Life in the World, p. 20)
"Esquecer-se de si mesma no que diz respeito à saúde não significa deixar de cuidar de si, pois esse é o seu dever e a melhor das penitências. Mas faça-o com grande abandono nas mãos de Deus, dando-Lhe graças, aconteça o que acontecer."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 79)
"Nós nos aproximamos com toda a simplicidade Daquele que amamos, permanecemos junto Dele como uma criancinha nos braços de sua mãe e deixamos nosso coração se abrir."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 43)
"Creia que, nesses momentos, Ele está abrindo em sua alma espaço para recebê-Lo, uma capacidade que é, de certo modo, tão infinita quanto Ele mesmo. Procure, então, permanecer inteiramente alegre sob a mão que a crucifica."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 38)
"Para mim, a cela é algo sagrado: é o santuário íntimo reservado a Ele e à Sua pequena esposa. Estamos tão unidos! Fico em silêncio, escuto-O, e é tão bom ouvir tudo o que Ele tem a dizer."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 27)
"Estou sofrendo tanto que agora compreendo o suicídio; mas fique em paz: Deus está aqui e Ele me protege."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 67)
"Parece-me que a alma mais fraca, e até mesmo a mais culpada, é a que tem mais motivos para esperar. Esquecer-se de si mesma e lançar-se nos braços de Deus é o que mais O glorifica."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 79)
"Que nada perturbe minha paz nem me faça sair de Vós, ó meu Deus imutável, mas que, a cada instante, eu penetre mais profundamente em Vossos mistérios."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 48)
"Parece-me que nada expressa melhor o amor do Coração de Deus do que a Eucaristia: é união, união plena; Ele em nós, nós Nele. Não é isso o céu na terra?"
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 84)
"A fé é estar face a face com Deus, ainda na obscuridade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 85)
"Uma alma que vive pela fé na presença de Deus reconhece os dons que recebe Dele, pois a humildade é a verdade. Contudo, nada atribui a si mesma, mas tudo atribui a Deus, como fez a Santíssima Virgem."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 87)
"Deixo-vos como herança esta vocação, que foi a minha no coração da Igreja Militante e que, de agora em diante, cumprirei incessantemente na Igreja Triunfante: ser um louvor de glória da Santíssima Trindade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 75)
"Deixo-vos minha fé na presença de Deus, do Deus que é todo amor e habita em nossas almas. Essa intimidade interior com Ele foi o belo sol que iluminou minha vida, tornando-a já um céu antecipado."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 90)
"Seremos purificados não por olhar para nossa miséria, mas por olhar para Aquele que é todo pureza e santidade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 80)
"Creia que Ele nunca muda e que, em Sua bondade, está sempre Se inclinando sobre você para acolhê-la e mantê-la segura Nele."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 80)
"Parece-me que a atitude da Virgem, durante os meses entre a Anunciação e o Natal, é o modelo para as almas de vida interior, aquelas que Deus escolheu para viverem recolhidas nas profundezas do abismo sem fundo."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 83)
"Fazei com que minha vida seja uma oração contínua, um longo ato de amor."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 75)
"A alma mais livre, creio eu, é aquela que mais se esquece de si mesma. Se alguém me perguntasse o segredo da felicidade, eu diria que é deixar de pensar em si e renunciar sempre a si mesma. Essa é uma boa maneira de matar o orgulho: deixá-lo morrer de fome!"
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 87)
"Veja cada sofrimento, cada provação, como uma prova de amor que vem diretamente de Deus para uni-la a Ele."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 78)
"A Virgem permaneceu tão pequena, tão recolhida na presença de Deus, no recolhimento do templo, que atraiu sobre si as delícias da Santíssima Trindade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 82)
"O segredo da paz e da felicidade é esquecer-se de si mesmo e deixar de se preocupar consigo mesmo."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 78)
"Oh, como é poderoso sobre as almas o apóstolo que permanece sempre junto à Fonte de águas vivas! Ele pode transbordar sem que sua alma jamais se esvazie, pois vive em comunhão com o Infinito!"
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 39)
"Aceito de antemão todo sacrifício, toda provação, até mesmo a de não mais sentir Vossa presença comigo. Peço apenas uma coisa: ser sempre generosa e fiel."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 76)
"Pergunto-me como uma alma que sondou as profundezas do amor que o Coração de Deus tem por ela poderia deixar de estar alegre em meio a todo sofrimento e a toda dor."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 89)
"Considero uma bênção esse querido silêncio; é nele que Ele fala à nossa alma."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 85)
"Estou pronta para dar o salto; espero sofrer, pois é para isso que estou entrando no Carmelo. Se o bom Deus me deixasse um único dia sem sofrimento, pensaria que Ele Se havia esquecido de mim."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Life in the World, p. 24)
"Ó meus Três, meu Tudo, minha Beatitude, infinita Solidão, Imensidão na qual me perco, entrego-me a Vós como Vossa presa; mergulhai em mim para que eu mergulhe em Vós."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 50)
"Esta festa dos Três é realmente minha própria festa, pois não há outra igual a ela. É uma festa de silêncio e adoração; nunca compreendi tão bem esse Mistério e toda a vocação contida em meu nome."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 32)
"A verdade é tão bela, a verdade do amor: “Ele me amou e Se entregou por mim.” É isso, minha filhinha, que significa viver na verdade."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 88)
"Mas o que mais amo é fazer Vossa vontade; e, já que quereis que eu permaneça no mundo por enquanto, submeto-me de todo o coração, por amor a Vós."
(MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 75)
"Meus Três estão presentes aqui."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 7, Página 239)
"Amar é dar tudo. É dar-se a si mesmo."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 7, Página 250)
"É com felicidade que renovo meu voto de castidade que parece me unir ainda mais intimamente a você."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 6, Página 184)
"Parece-me que encontrei meu Céu na terra, pois o Céu é Deus, e Deus está em minha alma."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 8, Página 303)
"Permaneçamos muito unidos... comunguemos com Ele incessantemente."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 6, Página 200)
"Por mim quiseste morrer! Por Ti, Jesus, não posso eu sofrer?"
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 3, Página 60)
"Não estou com fome, Jesus me alimentou."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 2, Página 35)
"Eu estaria disposta a ir para o inferno para que, daquele abismo infernal, subisse para Ti incessantemente a oração de um coração que Te ama!"
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 5, Página 164)
"Nunca senti tanto a minha miséria... faço uso dela para ir a Ele."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 9, Página 204)
"Para mim, a morte é aquele muro que desmorona, e eu caio nos braços do meu Bem-Amado."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 9, Página 204)
"Meu Deus, eu Te dou meu coração e Te ofereço meu dia, pelas mãos de Maria, minha boa e santa mãe."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 1, Página 32)
"O que Você quer, eu também quero."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 3, Página 85)
"Quebre minha vontade, baixe meu orgulho, ó Você, tão humilde de coração."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 5, Página 139)
"Estou fazendo isso para sofrer algo pelo bom Deus."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 6, Página 184)
"A alma possui em seu próprio centro um Salvador que quer a cada momento purificá-la."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 12, Página 623)
"O dia em que o doce Senhor tomou posse do meu coração (no dia de sua primeira comunhão)."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 1, Página 34)
"Eu Te abençoo mesmo no meio da provação; já que é assim que Tu queres que as coisas sejam, em minhas lágrimas Te digo, merci."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 4, Página 100)
"Quero ser santa, para Ti; sê a minha santidade, pois conheço a minha fraqueza."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 5, Página 154)
"Muitas vezes penso que terei um purgatório muito longo, pois muito será pedido a quem muito recebeu."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 12, Página 556)
"Seu coraçãozinho nunca me deixa, ele está preso ao meu rosário que uso no cinto."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 10, Página 260)
"Acredito que houve uma fusão entre a alma do sacerdote e a da carmelita!"
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 10, Página 330)
"Apenas uma coisa é necessária, é a salvação."
(MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 4, Página 126)
"Quão bom será quando o véu for finalmente levantado e tivermos a alegria de estar face a face com Aquele a quem amamos somente!"
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc , Carta 107 para a Madre Maria de Jesus, fevereiro de 1902, página 89)
"Faça da sua alma um pequeno céu onde Ele possa repousar com felicidade e remova dela tudo o que possa ofender o Seu olhar divino."
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc, Carta 291 para Louise Demoulin, final de junho de 1906, página 228)
"Se eu começasse minha vida novamente ah eu desejaria não desperdiçar um único instante!"
(Sister Elizabeth of the Trinity spiritual writings Elizabeth of the Trinity Saint 1880-1906 Philipon M-M 1962 London Geoffrey Chapman, Extrato 107 para a Irmã Maria Odile, 28 de outubro de 1906, página 766)
"Meu único exercício consiste em entrar em mim mesma e perder-me naqueles que estão ai."
(Sister Elizabeth of the Trinity spiritual writings Elizabeth of the Trinity Saint 1880-1906 Philipon M-M 1962 London Geoffrey Chapman, Extrato 45 para Germaine de Gemeaux, 14 de setembro de 1903, página 623)
"Dobra minha vontade humilha meu orgulho tu que és tão humilde de coração modelo enfim este meu coração para que eu possa ser tua moradia preferida."
(Elizabeth of the Trinity The Unfolding of Her Message Volume 1 In the World In Community Joanne Mosley Z-Library .pdf, Diários e Notas Pessoais, página 474)
"Desce depressa porque hoje preciso ficar em tua casa O Mestre repete incessantemente esta palavra à nossa alma que Ele dirigiu uma vez a Zaqueu Desce depressa. Mas o que é esta descida que Ele exige de nós senão uma entrada mais profunda no nosso abismo interior?"
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Volume I I Have Found God General Introduction and Major Spiritual Writings Elizabeth of the Trinit , O Céu na Fé Heaven in Faith, Primeiro Dia, página 313)
"Enquanto a nossa vontade tiver fantasias estranhas à união divina caprichos que ora são sim ora não somos como crianças não avançamos a passos largos no amor."
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Volume I I Have Found God General Introduction and Major Spiritual Writings Elizabeth of the Trinity, O Céu na Fé Heaven in Faith, Segundo Dia, página 314)
"Você nunca será comum se for vigilante no amor!"
(Sister Elizabeth of the Trinity spiritual writings Elizabeth of the Trinity Saint 1880-1906 Philipon M-M 1962 London Geoffrey Chapman, Extrato 115 Viver sobrenaturalmente, página 782)
"Ó meu amado Cristo crucificado por amor desejo ser uma esposa para o Vosso Coração."
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Volume I I Have Found God General Introduction and Major Spiritual Writings Elizabeth of the Trinity, Oração Ó Meu Deus Trindade que Adoro, página 448)
"Adoração ah Essa é uma palavra do Céu. Parece-me que pode ser definida como o êxtase do amor."
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc, Cartas do Carmelo, página 108)
"É tão bom pensar que após a Comunhão possuímos todo o Céu em nossa alma exceto a visão!"
(Elizabeth of the Trinity The Unfolding of Her Message Volume 1 In the World In Community Joanne Mosley, Carta 62, página 479)
"Quando abro a porta e contemplo o divino Prisioneiro que me fez prisioneira neste querido Carmelo parece-me que é quase a porta do Céu que se abre! Então coloco diante do meu Jesus todos aqueles que estão no meu coração e lá perto d’Ele eu os encontro novamente."
(Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc, Cartas do Carmelo, página 151)

Biografia de Santa Elisabete da Trindade

O Desabrochar de uma Alma Escolhida

 

Elisabete Catez nasceu em 18 de julho de 1880, em um campo militar na França. Seu nascimento foi marcado por uma intercessão divina: sua mãe corria risco de morte durante o parto, e Elisabete veio ao mundo sã e salva no exato momento em que um capelão terminava uma missa por essa intenção. Foi batizada na festa de Santa Maria Madalena, santa que Elisabete mais tarde chamaria de “apaixonada amante de Cristo” e cujo exemplo de adoração seguiria.

A infância de Elisabete não revelava imediatamente a doçura de uma santa; ela possuía um temperamento “irascível” e uma “vontade de ferro” herdada de seu pai, um oficial do exército. Suas crises de raiva eram tão violentas que seu pároco previu que ela seria “ou um anjo ou um demônio”. No entanto, a graça começou a agir cedo: aos sete anos, Elisabete sentiu o primeiro desejo pela vida religiosa. Sua primeira confissão aos sete anos precipitou sua primeira conversão, iniciando uma batalha heróica contra seu gênio impetuoso, que ela venceu à força de sacrifícios e amor a Jesus.

 

O Encontro Eucarístico e a Identidade Revelada

 

O dia 19 de abril de 1891, sua Primeira Comunhão, foi o dia mais belo de sua vida. Ao receber a Eucaristia, Elisabete sentiu-se dominada por Deus e ouviu a voz de Jesus chamando-a para ser totalmente d’Ele. Naquela tarde, ao visitar o Carmelo de Dijon, a Priora explicou o significado de seu nome: “Elisabete” significa “Casa de Deus”. Essa revelação tornou-se o pilar de sua espiritualidade: ela compreendeu que o Deus Trino habitava nela como em um templo.

Aos quatorze anos, após uma experiência eucarística profunda, ela fez um voto privado de virgindade perpétua e ouviu em seu coração a palavra “Carmelo”. A partir daí, sua vida foi uma “divina perseguição” para pertencer apenas ao seu Esposo.

 

A Santa no Mundo: Música e Silêncio Interior

 

Elisabete era uma pianista excepcional, ganhando o Primeiro Prêmio no Conservatório de Dijon aos treze anos. Ela via sua música como uma forma de oração; quando não podia falar com Deus, ela tocava para Ele. No mundo, Elisabete vivia como qualquer jovem de sua classe, frequentando festas, bailes e jogando tênis, mas seu coração estava “cativado”. Enquanto dançava, ela permanecia em recolhimento profundo, e amigos notavam que seu olhar parecia “ver a Deus”.

Sua mãe opôs-se violentamente à sua entrada no Carmelo, querendo que ela se casasse. Elisabete obedeceu com heroísmo, aceitando a demora como vontade de Deus, mas intensificou sua vida interior. Em 1900, encontrou o Padre Vallée, que lhe explicou o mistério da Inabitação da Trindade na alma, deixando-a “esmagada pelo peso das riquezas divinas”.

 

A Entrada no Carmelo e a Noite da Fé

 

Em 2 de agosto de 1901, Elisabete finalmente entrou no Carmelo de Dijon. Ao cruzar o limiar, exclamou: “Deus está aqui! Como Ele me envolve!”. Ela recebeu o nome de Elisabete da Trindade, aceitando a missão de desaparecer para deixar os “Três” agirem nela.

Contudo, seu noviciado foi um caminho de calvário espiritual. Elisabete perdeu todo o sentimento da presença de Deus, sofrendo de aridez extrema, escrúpulos e “angústias de alma”. Foi um tempo de “purificação passiva” onde ela aprendeu a viver puramente pela fé, sem consolações, oferecendo-se como uma “vítima-hóstia”. Apesar desse sofrimento interior, suas irmãs a viam sempre sorridente e prestativa.

 

Louveira da Glória e Esposa de Cristo

 

Em 11 de janeiro de 1903, Elisabete fez sua profissão perpétua “em pura fé” e angústia, mas com uma determinação inabalável de se imolar por amor. A partir de 1904, ela descobriu sua vocação definitiva nas cartas de São Paulo: ser uma Laudem Gloriae (Louveira da Glória) de Deus.

Em 21 de novembro de 1904, compôs sua famosa Oração à Trindade, um texto místico onde implora para ser “outra humanidade” para Jesus, na qual Ele possa renovar todo o Seu mistério de Redenção. Ela já não orava apenas, ela “havia se tornado oração”. Elisabete vivia o “céu na terra” através da fé, sentindo-se habitada fisicamente pela Trindade em certos momentos.

 

O Martírio do Amor e o Trânsito para a Luz

 

No início de 1906, manifestaram-se os sintomas da Doença de Addison, na época incurável. Elisabete sofreu dores atrozes no estômago, exaustão extrema e uma sede insaciável que comparava à de Cristo na Cruz. Ela viu sua doença como o meio de se conformar plenamente ao seu Esposo crucificado.

Seus últimos meses foram de uma beleza divina. Na enfermaria, ela compôs seus grandes tratados espirituais: O Céu na Fé e seu Último Retiro. Elisabete afirmava: “Vou para a Luz, para o Amor, para a Vida!”. No dia 9 de novembro de 1906, às 6:15 da manhã, após uma agonia de silêncio e paz, ela partiu. Suas irmãs testemunharam que, no momento da morte, seus olhos estavam abertos e luminosos, fixos em um ponto alto, em um estado de êxtase radiante.

 

Missão Póstuma e Milagres

 

Elisabete prometeu que sua missão no céu seria “atrair as almas ajudando-as a sair de si mesmas para se apegarem a Deus” no silêncio interior. Logo após sua morte, a fama de sua santidade espalhou-se, e inúmeras curas e graças foram atribuídas à sua intercessão. Sua mensagem de que o Céu está dentro de nós continua a ser um guia seguro para todos os que buscam a união íntima com a Santíssima Trindade.

 

Referências bibliográficas

 

  • ELIZABETH OF THE TRINITY, Saint. The Complete Works, Volume I: General Introduction and Major Spiritual Writings. Tradução de Sr. Aletheia Kane, O.C.D.; editado por Conrad De Meester, O.C.D. Washington, DC: ICS Publications, 1984 (reimpressão 2014). Esta fonte contém os tratados fundamentais como O Céu na Fé (Heaven in Faith), A Grandeza de Nossa Vocação (The Greatness of Our Vocation) e o Último Retiro (Last Retreat).
  • ELIZABETH OF THE TRINITY, Saint. The Complete Works, Volume II: Letters from Carmel. Tradução de Anne Englund Nash. Washington, DC: ICS Publications, 1995 (reimpressão 2014). Inclui a correspondência escrita durante sua vida no Carmelo.
  • ELIZABETH OF THE TRINITY, Saint. Sister Elizabeth of the Trinity: Spiritual Writings (Letters, Retreats, and Unpublished Notes). Editado por M. M. Philipon, O.P. New York: P. J. Kenedy & Sons, 1962.
  • GIOVANNA DELLA CROCE, Sr. Elizabeth of the Trinity. Tradução de Julie Enzler. Manchester, NH: Sophia Institute Press, 2016. Fornece detalhes sobre a infância, a vida como musicista e a doutrina trinitária.
  • MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity – The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017.
  • MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message. Volume 1: In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012.  Esta obra detalha as fases de sua vida no mundo e na comunidade carmelita.

 

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