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08 de novembro de 2026

Santa Elisabete da Trindade
08 de novembro

Santa Elisabete da Trindade

1880-1906

Santa Elisabete da Trindade foi uma monja carmelita francesa canonizada pelo Papa Francisco. A Igreja a venera por sua profunda vivência do mistério da inabitação: a certeza de que a Santíssima Trindade habita a alma em estado de graça. Mesmo sofrendo intensamente com a doença de Addison, ofereceu suas dores como um "louvor de glória" a Deus. Sua espiritualidade, focada no silêncio interior e na união mística, é considerada um inestimável tesouro teológico e espiritual.

Biografia

Santa Elisabete da Trindade nasceu em 18 de julho de 1880, no campo militar de Avord, na França, onde seu pai, o capitão Joseph Catez, estava em serviço. Filha de Joseph e de Marie Rolland, recebeu no Batismo, celebrado quatro dias depois, o nome de Marie Élisabeth. Sua infância transcorreu em uma família de fé católica, marcada pela vida militar e pelos laços afetuosos que uniam os pais e as duas filhas. Marguerite, a irmã mais nova, a quem chamava carinhosamente de Guite, permaneceria uma de suas grandes confidentes.

Depois de uma passagem por Auxonne, a família estabeleceu-se em Dijon. Elisabete cresceu como uma menina vivaz, sensível, determinada e de temperamento impetuoso. Os testemunhos familiares recordam suas crises de cólera e a dificuldade em aceitar contrariedades. A docilidade que mais tarde impressionaria as companheiras de Carmelo foi sendo conquistada em uma luta perseverante, na qual aprendeu a oferecer a Jesus os pequenos sacrifícios e a dominar os próprios impulsos.

Em 1887, a morte do avô materno e, meses depois, a do pai trouxeram profundas mudanças à sua vida. Elisabete tinha sete anos quando ficou órfã de pai. A mãe assumiu a educação das filhas, e as três passaram a morar em uma casa próxima ao Carmelo de Dijon. A presença daquele mosteiro, visível de sua vizinhança, acompanharia os anos em que amadureceu o desejo de consagrar-se a Deus.

Nesse período, a música ocupava grande parte de seus dias. Ingressou no Conservatório de Dijon e revelou talento para o piano, alcançando aos treze anos um primeiro prêmio. Os exercícios, os estudos e as apresentações exigiam disciplina e aplicação. Conservou o gosto pela beleza, pela natureza e pela convivência com os amigos. Sabia participar das alegrias familiares e das reuniões sociais; sua vocação contemplativa crescia no interior dessa vida concreta.

Um acontecimento decisivo foi sua Primeira Comunhão, em 19 de abril de 1891, na igreja de Saint-Michel, em Dijon. Recebeu a Eucaristia com intensa emoção. Naquele mesmo dia, visitou o Carmelo, onde a madre Maria de Jesus lhe apresentou uma interpretação espiritual de seu nome como casa de Deus. Essa imagem encontrou acolhida duradoura em seu coração: a presença de Jesus recebido na Comunhão iluminava o sentido de uma vida chamada a tornar-se morada do Senhor.

A partir dessa época, a família percebeu um crescimento mais visível no domínio de si e na generosidade. Elisabete continuava sensível e ardorosa, mas aprendia a orientar suas forças para o amor. O recolhimento na igreja, a oração e a vida sacramental foram dando unidade a seus desejos e preparando a entrega que faria na juventude.

 

Uma vocação amadurecida na espera

 

Por volta dos quatorze anos, Elisabete fez um voto privado de virgindade. Desejava pertencer inteiramente a Cristo e reconhecia no Carmelo o lugar de sua vocação. A decisão, porém, encontrou a resistência da mãe, que temia a separação e esperava para a filha outro futuro. A jovem precisou aprender a conciliar a firmeza do chamado com a delicadeza para com aquela que tanto amava.

Os anos de espera aprofundaram sua oblação. Em casa, continuou os estudos, a música, as viagens e o convívio com os amigos. Participava da vida paroquial e buscava reservar tempo para a oração. Seu diário e suas poesias desse período registram o esforço para vencer o amor-próprio, corresponder à graça e viver com maior fidelidade as exigências do Evangelho. O desejo de clausura dava frutos na paciência, na caridade e no cuidado com os deveres presentes.

Em 1899, durante uma missão pregada em Dijon, a mãe consentiu em sua entrada no Carmelo quando completasse vinte e um anos. A autorização trouxe alegria, acompanhada por mais dois anos de espera. Elisabete viveu esse tempo como preparação para a vida religiosa, procurando transformar a saudade antecipada do mosteiro em uma entrega mais completa à vontade de Deus.

A leitura de Santa Teresa de Jesus, de São João da Cruz e da História de uma alma, de Santa Teresinha do Menino Jesus, ajudou-a a compreender a vocação carmelita. Também encontrou orientação no dominicano padre Vallée. A certeza de que Deus habita a alma em estado de graça ganhou profundidade e passou a iluminar tanto seus momentos de oração como a vida cotidiana.

Em 2 de agosto de 1901, entrou finalmente no Carmelo de Dijon. A despedida da mãe e da irmã foi dolorosa. Suas cartas posteriores conservam a lembrança do sacrifício familiar e uma gratidão profunda pelo consentimento materno. Anos depois, já enferma, escreveria à mãe recordando aquela separação e assegurando-lhe a felicidade que encontrara na casa religiosa.

Na comunidade, recebeu o nome de Elisabete da Trindade. O mistério expresso nesse nome se tornaria o centro de sua vida espiritual. Desejava viver recolhida no Pai, no Filho e no Espírito Santo, fazendo de toda a existência uma resposta ao amor divino.

 

A vida no Carmelo e a fidelidade na aridez

 

Elisabete recebeu o hábito carmelita em 8 de dezembro de 1901. O entusiasmo dos primeiros meses foi seguido por provações interiores. Durante o noviciado, experimentou aridez, inquietações e dificuldades na oração. A ausência das consolações que antes a sustentavam exigiu um abandono mais profundo e uma confiança menos apoiada nos sentimentos.

A madre Germana de Jesus, sua priora e mestra de noviças, acompanhou esse amadurecimento. Elisabete abria-lhe a alma e recebia suas orientações com confiança. O testemunho da comunidade mostra uma jovem que precisava crescer, reconhecer sua fragilidade e aprender a apoiar-se na graça. A oração permanecia como lugar de fidelidade, inclusive quando o coração se encontrava sem doçura sensível.

Em 11 de janeiro de 1903, fez sua profissão religiosa. Dez dias depois, recebeu o véu. Sua correspondência apresenta a consagração como o começo de uma entrega a ser renovada a cada instante. O amor esponsal a Cristo se exprimia no desejo de pertencer-lhe inteiramente, de acolher sua vontade e de oferecer a própria vida pela Igreja.

O cotidiano era formado pela oração silenciosa, pelo Ofício Divino, pela Missa, pelo trabalho e pela convivência fraterna. Elisabete assumiu tarefas simples, entre elas o serviço de segunda porteira no interior da clausura. As interrupções e as necessidades da casa lhe davam ocasiões concretas de praticar a disponibilidade. Buscava reconhecer a vontade de Deus tanto nos tempos de recolhimento como nos serviços que lhe eram pedidos.

A comunidade conheceu sua delicadeza, sua capacidade de amizade e a atenção às outras irmãs. A mulher de temperamento forte aprendia a escutar, a ceder e a guardar a paz. Seu esforço de recolhimento acompanhava os trabalhos comuns e o cuidado com as pessoas. Nas cartas, continuava a manifestar interesse pela saúde da mãe, pelo casamento da irmã e pelo nascimento das sobrinhas.

A clausura também aprofundou sua consciência apostólica. Rezava pelos sacerdotes, pela diocese e pelas necessidades da Igreja. Entendia que sua união com Cristo podia tornar fecunda uma existência escondida. O desejo de colaborar com a salvação das almas acompanhava a oração, os sacrifícios e os pequenos atos de caridade de cada dia.

 

A presença da Trindade e a vocação de louvor

 

A espiritualidade de Elisabete encontrou alimento constante nas Sagradas Escrituras, sobretudo em São João e em São Paulo. As palavras sobre a adoção filial, a vida em Cristo e a habitação de Deus no coração do fiel iluminavam sua experiência de oração. O mistério da Trindade se apresentava a ela como realidade viva: pelo Batismo e pela graça, o cristão é chamado à comunhão com o Pai, pelo Filho, no Espírito Santo.

Para Elisabete, o recolhimento consistia em tornar-se atenta a essa presença. Procurava entrar no silêncio interior, libertar-se da excessiva preocupação consigo e permanecer disponível à ação de Deus. Suas meditações convidam a viver, trabalhar, amar e sofrer em união com Cristo. Essa intimidade exigia fé e perseverança, especialmente quando a presença divina não era percebida de maneira sensível.

Em 21 de novembro de 1904, escreveu a conhecida Elevação à Santíssima Trindade, iniciada pelas palavras: “Ó meu Deus, Trindade que adoro”. Nessa oração, pede a graça do esquecimento de si, da paz interior e da entrega de todo o seu ser. Dirige-se a Cristo, ao Espírito Santo e ao Pai, desejando que sua alma se torne habitação inteiramente oferecida ao amor divino.

Outra expressão central de seu caminho foi louvor de glória, inspirada na Carta aos Efésios. Elisabete passou a reconhecer nessa fórmula sua vocação mais íntima, chegando a empregá-la como assinatura espiritual, Laudem Gloriae. Desejava que Deus fosse glorificado em toda a sua pessoa: nos pensamentos, nos afetos, na obediência, no trabalho e no sofrimento. A vida inteira deveria tornar-se louvor, sustentado pela graça e pela conformidade com Jesus.

Essa experiência se comunicava com especial ternura à irmã Marguerite, esposa e mãe. Elisabete a encorajava a cultivar a presença de Deus em meio às responsabilidades familiares. Nas cartas, incluía as sobrinhas em sua oração e manifestava o desejo de ajudá-las a crescer na fé. Reconhecia que a intimidade com a Trindade podia florescer em cada estado de vida.

No verão de 1906, escreveu para Guite o retiro conhecido como O Céu na Fé. Ao longo de dez dias de meditações, apresenta um caminho de união com Deus por meio da fé, do recolhimento, do amor e da identificação com Cristo. No mesmo período, redigiu o Último Retiro, no qual desenvolveu sua vocação de louvor de glória. Esses textos nasceram de uma vida já consumida pela doença e conservam a densidade de um testamento espiritual.

Entre os escritos finais estão ainda A Grandeza de Nossa Vocação, dirigido à jovem Françoise de Sourdon, e Deixa-te Amar, oferecido à madre Germana. Em todos eles, a santidade aparece como acolhimento do amor de Deus e resposta fiel à sua iniciativa. A consciência da própria pequenez se transforma em confiança na misericórdia e em disponibilidade para amar.

 

A última enfermidade, a morte e a missão que permanece

 

A partir de 1905, sua saúde começou a enfraquecer de modo mais acentuado. A enfermidade, conhecida como doença de Addison, trouxe progressivo esgotamento, dores e dificuldades para alimentar-se. Em 1906, precisou permanecer na enfermaria. A comunidade procurou aliviá-la, dispensando-a das observâncias que suas forças já não permitiam e oferecendo os cuidados médicos disponíveis.

A correspondência desse período revela com franqueza a gravidade da situação. Elisabete menciona as crises, os alimentos que conseguia ou não tolerar, o carinho das irmãs e a assistência dos médicos. Conservava a atenção à saúde da mãe e procurava tranquilizá-la quanto aos cuidados recebidos. Sua entrega espiritual se desenvolvia em meio a uma dor real, com momentos de extrema fraqueza e angústia.

Na Semana Santa de 1906, seu estado tornou-se tão grave que recebeu a Unção dos Enfermos. Uma melhora permitiu-lhe atravessar os meses seguintes, nos quais continuou escrevendo e aprofundou a oferta de sua vida. A Eucaristia era sua força. Quando já não podia deslocar-se como antes, era auxiliada para receber a Comunhão e voltava ao leito para a ação de graças.

A devoção a Nossa Senhora também acompanhou sua última etapa. Invocava Maria como Porta do Céu e contemplava sua fidelidade junto à cruz. Encontrava na Mãe de Jesus um auxílio para permanecer unida ao Filho e acolher a vontade do Pai. O sofrimento era vivido em comunhão com Cristo, pelo bem da Igreja e das pessoas confiadas à sua oração.

Mesmo muito debilitada, conservou gestos concretos de caridade. As irmãs recordam o empenho com que ajudou a preparar a coifa de uma postulante que receberia o hábito, empregando nessa tarefa o pouco de força que ainda possuía. A atenção aos detalhes daquela celebração manifestava o desejo de proporcionar alegria à companheira.

Em 28 de outubro de 1906, escreveu à irmã Maria Odile sobre a missão que esperava exercer no Céu: ajudar as almas a sair de si mesmas, a aderir a Deus com amor simples e a encontrar o silêncio interior no qual Ele se comunica. A proximidade da morte ampliava sua solicitude. Prometia auxílio espiritual às pessoas queridas e continuava a recomendá-las à misericórdia divina.

Nos primeiros dias de novembro, já incapaz de escrever, ditou uma carta de agradecimento ao doutor Barbier. Ofereceu-lhe o livro das cartas de São Paulo no qual encontrara tanta força durante a provação. O gesto reúne dois traços de sua vida: gratidão pelo cuidado humano recebido e desejo de partilhar o alimento espiritual que a sustentava.

Recebeu a Comunhão pela última vez em 1º de novembro. Os dias seguintes foram de grande sofrimento. Sustentada pelos sacramentos e pela presença orante da comunidade, entregava-se ao Senhor. Entre suas últimas palavras inteligíveis, as religiosas recolheram esta expressão de esperança: “Vou para a luz, para o amor, para a vida”. Morreu na manhã de 9 de novembro de 1906, aos vinte e seis anos.

Depois de sua morte, a madre Germana reuniu lembranças, testemunhos e escritos que deram origem aos primeiros relatos de sua vida. Suas cartas, retiros, poesias e notas espirituais começaram a alcançar leitores muito além do Carmelo de Dijon. A religiosa que vivera apenas cinco anos na clausura continuava a conduzir pessoas à oração e à descoberta da presença de Deus.

Elisabete da Trindade foi beatificada por São João Paulo II em 25 de novembro de 1984 e canonizada pelo papa Francisco em 16 de outubro de 2016. Sua vida permanece como testemunho de uma santidade construída na fidelidade: a menina que lutou contra a cólera, a jovem que esperou sua hora, a carmelita que atravessou a aridez e a enferma que perseverou no amor foram sendo transformadas pela mesma graça. Seu legado convida a acolher a Trindade que habita no coração do fiel e a fazer da própria existência um louvor à glória de Deus.

 

Referências bibliográficas

 

  • ELIZABETH OF THE TRINITY, Saint. The Complete Works, Volume I: General Introduction and Major Spiritual Writings. Tradução de Sr. Aletheia Kane, O.C.D.; editado por Conrad De Meester, O.C.D. Washington, DC: ICS Publications, 1984 (reimpressão 2014). Esta fonte contém os tratados fundamentais como O Céu na Fé (Heaven in Faith), A Grandeza de Nossa Vocação (The Greatness of Our Vocation) e o Último Retiro (Last Retreat).
  • ELIZABETH OF THE TRINITY, Saint. The Complete Works, Volume II: Letters from Carmel. Tradução de Anne Englund Nash. Washington, DC: ICS Publications, 1995 (reimpressão 2014). Inclui a correspondência escrita durante sua vida no Carmelo.
  • ELIZABETH OF THE TRINITY, Saint. Sister Elizabeth of the Trinity: Spiritual Writings (Letters, Retreats, and Unpublished Notes). Editado por M. M. Philipon, O.P. New York: P. J. Kenedy & Sons, 1962.
  • GIOVANNA DELLA CROCE, Sr. Elizabeth of the Trinity. Tradução de Julie Enzler. Manchester, NH: Sophia Institute Press, 2016. Fornece detalhes sobre a infância, a vida como musicista e a doutrina trinitária.
  • MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity – The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017.
  • MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message. Volume 1: In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012.  Esta obra detalha as fases de sua vida no mundo e na comunidade carmelita.

 

Frases de Santa Elisabete da Trindade

“Ó meu Deus, Trindade a quem adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente de mim mesma para me estabelecer em Vós, calma e tranquila, como se minha alma já estivesse na eternidade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 48
“Sinto tanto amor envolvendo minha alma! É como um oceano no qual mergulho e me perco; é a minha visão de Deus na terra, enquanto aguardo contemplá-Lo face a face na luz.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 45
“Não posso dizer que amo o sofrimento em si, mas o amo porque me torna semelhante Àquele que é meu Esposo e meu Amor.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 69
“No céu de sua alma, aquela que é um louvor de glória já começou sua obra de eternidade; seu canto é ininterrupto; ela se entregou inteiramente ao louvor e ao amor.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 57
“Já que Nosso Senhor habita em nossas almas, Sua oração nos pertence. Desejo viver incessantemente em comunhão com essa oração, mantendo-me como um pequeno vaso junto à Fonte da vida, para depois comunicá-la às almas, deixando transbordar suas correntes de infinita caridade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 47
“A vida de uma carmelita é uma comunhão com Deus, da manhã à noite e da noite à manhã; se Ele não preenchesse nossas celas e nossos claustros, como seriam vazios!”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 29
“Meu amado sacerdote, sua pequena vítima está sofrendo muito; é uma espécie de agonia física. Ela se sente covarde, covarde a ponto de gritar, mas Aquele que é a Plenitude do Amor a visita e a faz entrar em comunhão com Ele.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 66
“Ofereço a cela do meu coração para ser a Vossa pequena Betânia; vinde habitar nela, pois Vos amo tanto!”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Life in the World, p. 20
“Esquecer-se de si mesma no que diz respeito à saúde não significa deixar de cuidar de si, pois esse é o seu dever e a melhor das penitências. Mas faça-o com grande abandono nas mãos de Deus, dando-Lhe graças, aconteça o que acontecer.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 79
“Nós nos aproximamos com toda a simplicidade Daquele que amamos, permanecemos junto Dele como uma criancinha nos braços de sua mãe e deixamos nosso coração se abrir.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 43
“Creia que, nesses momentos, Ele está abrindo em sua alma espaço para recebê-Lo, uma capacidade que é, de certo modo, tão infinita quanto Ele mesmo. Procure, então, permanecer inteiramente alegre sob a mão que a crucifica.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 38
“Para mim, a cela é algo sagrado: é o santuário íntimo reservado a Ele e à Sua pequena esposa. Estamos tão unidos! Fico em silêncio, escuto-O, e é tão bom ouvir tudo o que Ele tem a dizer.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 27
“Estou sofrendo tanto que agora compreendo o suicídio; mas fique em paz: Deus está aqui e Ele me protege.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 67
“Parece-me que a alma mais fraca, e até mesmo a mais culpada, é a que tem mais motivos para esperar. Esquecer-se de si mesma e lançar-se nos braços de Deus é o que mais O glorifica.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 79
“Que nada perturbe minha paz nem me faça sair de Vós, ó meu Deus imutável, mas que, a cada instante, eu penetre mais profundamente em Vossos mistérios.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 48
“Parece-me que nada expressa melhor o amor do Coração de Deus do que a Eucaristia: é união, união plena; Ele em nós, nós Nele. Não é isso o céu na terra?”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 84
“A fé é estar face a face com Deus, ainda na obscuridade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 85
“Uma alma que vive pela fé na presença de Deus reconhece os dons que recebe Dele, pois a humildade é a verdade. Contudo, nada atribui a si mesma, mas tudo atribui a Deus, como fez a Santíssima Virgem.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 87
“Deixo-vos como herança esta vocação, que foi a minha no coração da Igreja Militante e que, de agora em diante, cumprirei incessantemente na Igreja Triunfante: ser um louvor de glória da Santíssima Trindade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Fellowship of his Sufferings, p. 75
“Deixo-vos minha fé na presença de Deus, do Deus que é todo amor e habita em nossas almas. Essa intimidade interior com Ele foi o belo sol que iluminou minha vida, tornando-a já um céu antecipado.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 90
“Seremos purificados não por olhar para nossa miséria, mas por olhar para Aquele que é todo pureza e santidade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 80
“Creia que Ele nunca muda e que, em Sua bondade, está sempre Se inclinando sobre você para acolhê-la e mantê-la segura Nele.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 80
“Parece-me que a atitude da Virgem, durante os meses entre a Anunciação e o Natal, é o modelo para as almas de vida interior, aquelas que Deus escolheu para viverem recolhidas nas profundezas do abismo sem fundo.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 83
“Fazei com que minha vida seja uma oração contínua, um longo ato de amor.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 75
“A alma mais livre, creio eu, é aquela que mais se esquece de si mesma. Se alguém me perguntasse o segredo da felicidade, eu diria que é deixar de pensar em si e renunciar sempre a si mesma. Essa é uma boa maneira de matar o orgulho: deixá-lo morrer de fome!”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 87
“Veja cada sofrimento, cada provação, como uma prova de amor que vem diretamente de Deus para uni-la a Ele.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 78
“A Virgem permaneceu tão pequena, tão recolhida na presença de Deus, no recolhimento do templo, que atraiu sobre si as delícias da Santíssima Trindade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 82
“O segredo da paz e da felicidade é esquecer-se de si mesmo e deixar de se preocupar consigo mesmo.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 78
“Oh, como é poderoso sobre as almas o apóstolo que permanece sempre junto à Fonte de águas vivas! Ele pode transbordar sem que sua alma jamais se esvazie, pois vive em comunhão com o Infinito!”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 39
“Aceito de antemão todo sacrifício, toda provação, até mesmo a de não mais sentir Vossa presença comigo. Peço apenas uma coisa: ser sempre generosa e fiel.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 76
“Pergunto-me como uma alma que sondou as profundezas do amor que o Coração de Deus tem por ela poderia deixar de estar alegre em meio a todo sofrimento e a toda dor.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 89
“Considero uma bênção esse querido silêncio; é nele que Ele fala à nossa alma.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 85
“Estou pronta para dar o salto; espero sofrer, pois é para isso que estou entrando no Carmelo. Se o bom Deus me deixasse um único dia sem sofrimento, pensaria que Ele Se havia esquecido de mim.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Life in the World, p. 24
“Ó meus Três, meu Tudo, minha Beatitude, infinita Solidão, Imensidão na qual me perco, entrego-me a Vós como Vossa presa; mergulhai em mim para que eu mergulhe em Vós.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo The Praise of Glory, p. 50
“Esta festa dos Três é realmente minha própria festa, pois não há outra igual a ela. É uma festa de silêncio e adoração; nunca compreendi tão bem esse Mistério e toda a vocação contida em meu nome.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo Into the Land of Carmel, p. 32
“A verdade é tão bela, a verdade do amor: “Ele me amou e Se entregou por mim.” É isso, minha filhinha, que significa viver na verdade.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 88
“Mas o que mais amo é fazer Vossa vontade; e, já que quereis que eu permaneça no mundo por enquanto, submeto-me de todo o coração, por amor a Vós.”
MOORCROFT, Jennifer. Elizabeth of the Trinity - The Great Carmelite Saint. London: The Incorporated Catholic Truth Society, 2017, Capítulo From the Writings of Saint Elizabeth of the Trinity, p. 75
“Meus Três estão presentes aqui.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 7, Página 239
“Amar é dar tudo. É dar-se a si mesmo.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 7, Página 250
“É com felicidade que renovo meu voto de castidade que parece me unir ainda mais intimamente a você.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 6, Página 184
“Parece-me que encontrei meu Céu na terra, pois o Céu é Deus, e Deus está em minha alma.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 8, Página 303
“Permaneçamos muito unidos... comunguemos com Ele incessantemente.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 6, Página 200
“Por mim quiseste morrer! Por Ti, Jesus, não posso eu sofrer?”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 3, Página 60
“Não estou com fome, Jesus me alimentou.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 2, Página 35
“Eu estaria disposta a ir para o inferno para que, daquele abismo infernal, subisse para Ti incessantemente a oração de um coração que Te ama!”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 5, Página 164
“Nunca senti tanto a minha miséria... faço uso dela para ir a Ele.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 9, Página 204
“Para mim, a morte é aquele muro que desmorona, e eu caio nos braços do meu Bem-Amado.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 9, Página 204
“Meu Deus, eu Te dou meu coração e Te ofereço meu dia, pelas mãos de Maria, minha boa e santa mãe.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 1, Página 32
“O que Você quer, eu também quero.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 3, Página 85
“Quebre minha vontade, baixe meu orgulho, ó Você, tão humilde de coração.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 5, Página 139
“Estou fazendo isso para sofrer algo pelo bom Deus.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 6, Página 184
“A alma possui em seu próprio centro um Salvador que quer a cada momento purificá-la.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 12, Página 623
“O dia em que o doce Senhor tomou posse do meu coração (no dia de sua primeira comunhão).”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 1, Página 34
“Eu Te abençoo mesmo no meio da provação; já que é assim que Tu queres que as coisas sejam, em minhas lágrimas Te digo, merci.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 4, Página 100
“Quero ser santa, para Ti; sê a minha santidade, pois conheço a minha fraqueza.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 5, Página 154
“Muitas vezes penso que terei um purgatório muito longo, pois muito será pedido a quem muito recebeu.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 12, Página 556
“Seu coraçãozinho nunca me deixa, ele está preso ao meu rosário que uso no cinto.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 10, Página 260
“Acredito que houve uma fusão entre a alma do sacerdote e a da carmelita!”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 10, Página 330
“Apenas uma coisa é necessária, é a salvação.”
MOSLEY, Joanne. Elizabeth of the Trinity: The Unfolding of Her Message Volume 1 - In the World & In Community. Oxford: Teresian Press, 2012. Capítulo 4, Página 126
“Quão bom será quando o véu for finalmente levantado e tivermos a alegria de estar face a face com Aquele a quem amamos somente!”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc , Carta 107 para a Madre Maria de Jesus, fevereiro de 1902, página 89
“Faça da sua alma um pequeno céu onde Ele possa repousar com felicidade e remova dela tudo o que possa ofender o Seu olhar divino.”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc, Carta 291 para Louise Demoulin, final de junho de 1906, página 228
“Se eu começasse minha vida novamente ah eu desejaria não desperdiçar um único instante!”
Sister Elizabeth of the Trinity spiritual writings Elizabeth of the Trinity Saint 1880-1906 Philipon M-M 1962 London Geoffrey Chapman, Extrato 107 para a Irmã Maria Odile, 28 de outubro de 1906, página 766
“Meu único exercício consiste em entrar em mim mesma e perder-me naqueles que estão ai.”
Sister Elizabeth of the Trinity spiritual writings Elizabeth of the Trinity Saint 1880-1906 Philipon M-M 1962 London Geoffrey Chapman, Extrato 45 para Germaine de Gemeaux, 14 de setembro de 1903, página 623
“Dobra minha vontade humilha meu orgulho tu que és tão humilde de coração modelo enfim este meu coração para que eu possa ser tua moradia preferida.”
Elizabeth of the Trinity The Unfolding of Her Message Volume 1 In the World In Community Joanne Mosley Z-Library .pdf, Diários e Notas Pessoais, página 474
“Desce depressa porque hoje preciso ficar em tua casa O Mestre repete incessantemente esta palavra à nossa alma que Ele dirigiu uma vez a Zaqueu Desce depressa. Mas o que é esta descida que Ele exige de nós senão uma entrada mais profunda no nosso abismo interior?”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Volume I I Have Found God General Introduction and Major Spiritual Writings Elizabeth of the Trinit , O Céu na Fé Heaven in Faith, Primeiro Dia, página 313
“Enquanto a nossa vontade tiver fantasias estranhas à união divina caprichos que ora são sim ora não somos como crianças não avançamos a passos largos no amor.”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Volume I I Have Found God General Introduction and Major Spiritual Writings Elizabeth of the Trinity, O Céu na Fé Heaven in Faith, Segundo Dia, página 314
“Você nunca será comum se for vigilante no amor!”
Sister Elizabeth of the Trinity spiritual writings Elizabeth of the Trinity Saint 1880-1906 Philipon M-M 1962 London Geoffrey Chapman, Extrato 115 Viver sobrenaturalmente, página 782
“Ó meu amado Cristo crucificado por amor desejo ser uma esposa para o Vosso Coração.”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Volume I I Have Found God General Introduction and Major Spiritual Writings Elizabeth of the Trinity, Oração Ó Meu Deus Trindade que Adoro, página 448
“Adoração ah Essa é uma palavra do Céu. Parece-me que pode ser definida como o êxtase do amor.”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc, Cartas do Carmelo, página 108
“É tão bom pensar que após a Comunhão possuímos todo o Céu em nossa alma exceto a visão!”
Elizabeth of the Trinity The Unfolding of Her Message Volume 1 In the World In Community Joanne Mosley, Carta 62, página 479
“Quando abro a porta e contemplo o divino Prisioneiro que me fez prisioneira neste querido Carmelo parece-me que é quase a porta do Céu que se abre! Então coloco diante do meu Jesus todos aqueles que estão no meu coração e lá perto d’Ele eu os encontro novamente.”
Elizabeth of the Trinity Complete Works Élisabeth Catez de la Trinité Soeur Nash etc, Cartas do Carmelo, página 151
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